O técnico do Parana Clube, Dado Cavalcanti, após a jogo em que o Tricolor da Vila ganhou do Boa Esporte (3×1), se dispôs com muita eloquência e sinceridade, dizer do problema crucial que vive o clube no aspecto financeiro. Como já é sabido, quando o mês de Setembro chega, o drama passa a ficar maior. Não tenho dúvida em salientar que em não conseguindo se ajustar, o Tricolor da Vila poderá perder a chance de retornar a 1ª Divisão. Claro, que é profundamente lamentável, ainda mais que nesse preciso instante, o clube está entre as 4 melhores equipes deste certame da Série B. Parabenizo o técnico, Dado, que tem mostrado um excelente serviço, vir à público e pedir para que outros dirigentes e torcedores participem dando um apoio mais considerável.
Chega a notícia que a diretoria do São Paulo, precisando da torcida num instante que se agrava uma crise de resultados, de baixar os preços nas entrada dos jogos futuros, campanha essa que irá até Dezembro, quando dos mandos dos jogos. O ingresso será de 10 reais para todos os torcedores, com a preferência aos sócios que pagarão apenas 2 reais. Essa promoção começará no jogo de amanhã, em pleno Morumbi, contra o Atlético Paranaense. Por outro lado os torcedores atleticanos logo estarão dizendo, justo agora. Mas, em todo caso, quem ganha o jogo o próprio jogador,e a boa fase do Furacão em conseguir um bom resultado não causará surpresa ao mundo esportivo.
Quem está pedindo passagem a titularidade no ataque do Furacão é o Ederson, carinhosamente chamado pelo companheiro, Marcelo Júnior, da Rádio 95.7 FM - Rádio CAP, de Eder Show. De fato esse rapaz ao entrar em campo, mesmo por poucos minutos, vai lá é faz o dele. A sua produtividade é tamanha que a galera acredita sempre em bom resultado com ele em campo. Com a palavra o técnico, Vagner Mancini.
Continua em destaque o último jantar da Confraria Amigos da Bola. Os preparativos quanto ao 2º ano a ser comemorado, será no mês de Outubro próximo, sobretudo, com a perspectiva de um novo recorde de presença. Muitos tem perguntado, ainda mais, depois das citações nas colunas dos Drs. Augusto Mafuz e Domingos Moro.
Quero externar agradecimentos aos queridos profissionais da Medicina de Curitiba, Drs Jean, Nilson Noronha e Henrique, pela maneira carinhosa a um bem querido. Se já não bastasse um atendimento de urgência, sobrou a qualidade dos amigos. Obrigado sempre.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Arbitragem prejudicou o Furacão.
Não fosse a interferência do trio de arbitragem, a partida terminou em 2×2, o Atlético que poderia ter ganho o jogo de ontem, em Novo Hamburgo, contra o time do Internacional. O jogo caminhava para o fim, e o atacante Ederson, mais uma vez ele, em velocidade chutou cruzado na meta do goleiro Muriel, estabalecendo o gol, e que seria o 3º, sendo mal assinalado pelo bandeirinha que sem personalidade levantou seu bastão. Permanece o Furacão em 5º lugar com 2o pontos. Chegaria então com a vitória ao 4º lugar, quem diria, na Zona da Libertadores. Na verdade tanto o Inter como o Atlético estão jogando fora dos seus domínios, afinal, são os clubes que vem construíndo seus estádios visando a Copa do Mundo. Não resta a menor dúvida que o prejuízo financeiro tem sido grande para os colorados, sobretudo, porque tiveram que construir, praticamente um estádio na cidade de Novo Hamburgo (40kms da capital), para jogarem nesse período.Quanto ao Furacão pelo menos tem conseguindo jogar perto, pois, o Estádio Durival Brito e Silva fica nas cercanias da Baixada.
Já se passaram 13 rodadas e o time do São Paulo continua seu martírio não ganhando de ninguém. Dois profissionais estão passando por apuros, o técnico Paulo Autuori e o goleiro Rogério Ceni. A fase é tão ruím que até o Ceni, ídolo da galera, vem desperdiçando penaltis. Quanto ao Autuori, noto que não consegue mais ter argumentos a imprensa, ainda mais ele, que vem pagando mico desde sua chegada ao futebol brasileiro. Primeiramente, no Vasco da Gama e agora no Tricolor do Morumbi. Vem pagando este preço alto por ter dito que os técnicos no Brasil estavam defasados. O que dizer agora, Paulo Autuori. Se não for no apito, na qualidade é que o Tricolor não vai chegar. A diretoria do Furacão tem que ficar com os olhos bem abertos com a arbitragem, afinal, o próximo compromisso será contra o time do São Paulo.
Os times do Cruzeiro, Botafogo e Coritiba, que deixaram de ganhar seus jogos, começam a ver no retrovisor a chegada do Corinthians. O mesmo pode ser dito com as equipe da Boa Terra, pois, o Bahia e o Vitória começaram a tropeçar no certame. Querer antecipar comentários quanto as classificações deste ou daquele time é bobagem. O tal da gangorra vai funcionar, permanentemente, afinal, muito coisa ainda está indefinida. É o caso do Fluminense. Ganhar hoje e perder amanhã. A verdade é que os times do futebol brasileiro estão na mesma toada. Ninguém deslancha.
Enquanto isso, na Série B, o Palmeiras vai se distanciando. Ao lado da equipe catarinense, Chapecoense, outra time que vem fazendo uma campanha brilhante, vão ocupando os espaços para uma 1ª Divisão. Duas outras vagas, serão bastante concorridas, como por exemplo, o Paraná Clube, sempre localizado entre as 4 melhores, podendo chegar ao bom termo no seu destino. Para tanto o ganhar em casa é primordial. Parte da imprensa esportiva curitibana vem dando ênfase a essa campanha, preocupada sim, com os meses finais a respeito da questão da sobrevivência financeira, cujo teor se destaca pelas dificuldades anteriores.
Quem está na praça é o técnico, Ney Franco, que deixou o time do Tricolor do Morumbi, onde não conseguiu bons obter bons resultados. Na verdade, Ney, é morador de Curitiba, desde quando aqui chegou fazendo bons trabalhos no Atlético e Coritiba. Boa praça, mineiro dos bons, deve estar muito aborrecido com notícias que o vem prejudicando, sobretudo, no caso com o goleiro São Paulino, Rogério Ceni. Quanto ao seu futuro, parece-me que o Santos poderá contratá-lo.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Já se passaram 13 rodadas e o time do São Paulo continua seu martírio não ganhando de ninguém. Dois profissionais estão passando por apuros, o técnico Paulo Autuori e o goleiro Rogério Ceni. A fase é tão ruím que até o Ceni, ídolo da galera, vem desperdiçando penaltis. Quanto ao Autuori, noto que não consegue mais ter argumentos a imprensa, ainda mais ele, que vem pagando mico desde sua chegada ao futebol brasileiro. Primeiramente, no Vasco da Gama e agora no Tricolor do Morumbi. Vem pagando este preço alto por ter dito que os técnicos no Brasil estavam defasados. O que dizer agora, Paulo Autuori. Se não for no apito, na qualidade é que o Tricolor não vai chegar. A diretoria do Furacão tem que ficar com os olhos bem abertos com a arbitragem, afinal, o próximo compromisso será contra o time do São Paulo.
Os times do Cruzeiro, Botafogo e Coritiba, que deixaram de ganhar seus jogos, começam a ver no retrovisor a chegada do Corinthians. O mesmo pode ser dito com as equipe da Boa Terra, pois, o Bahia e o Vitória começaram a tropeçar no certame. Querer antecipar comentários quanto as classificações deste ou daquele time é bobagem. O tal da gangorra vai funcionar, permanentemente, afinal, muito coisa ainda está indefinida. É o caso do Fluminense. Ganhar hoje e perder amanhã. A verdade é que os times do futebol brasileiro estão na mesma toada. Ninguém deslancha.
Enquanto isso, na Série B, o Palmeiras vai se distanciando. Ao lado da equipe catarinense, Chapecoense, outra time que vem fazendo uma campanha brilhante, vão ocupando os espaços para uma 1ª Divisão. Duas outras vagas, serão bastante concorridas, como por exemplo, o Paraná Clube, sempre localizado entre as 4 melhores, podendo chegar ao bom termo no seu destino. Para tanto o ganhar em casa é primordial. Parte da imprensa esportiva curitibana vem dando ênfase a essa campanha, preocupada sim, com os meses finais a respeito da questão da sobrevivência financeira, cujo teor se destaca pelas dificuldades anteriores.
Quem está na praça é o técnico, Ney Franco, que deixou o time do Tricolor do Morumbi, onde não conseguiu bons obter bons resultados. Na verdade, Ney, é morador de Curitiba, desde quando aqui chegou fazendo bons trabalhos no Atlético e Coritiba. Boa praça, mineiro dos bons, deve estar muito aborrecido com notícias que o vem prejudicando, sobretudo, no caso com o goleiro São Paulino, Rogério Ceni. Quanto ao seu futuro, parece-me que o Santos poderá contratá-lo.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
domingo, 11 de agosto de 2013
O salto do futebol paranaense.
Um dos fatores de crescimento do futebol paranaense, ainda quando tratava as coisas com significado fator de amadorismo, e só veio se fortalecer a partir de 1967, quando o Ferroviário, campeão da temporada, foi indicado a participar de uma disputa nacional. Antes essa competição contava com times do eixo Rio/São Paulo e do Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Vários foram os nomes, lembro-me da Taça de Prata, até que no ano de 1971, passou a ser chamado de Campeonato Brasileiro. Claro, por estar distante do intercâmbio nacional, o time paranaense sucumbiu com péssimos resultados. Se o Ferroviário era considerado o melhor time do Estado do Paraná, imaginem os outros, pois, a campanha foi um desastre. A partir de então, o gosto de estar competindo com equipes tradicionais do Brasil, fizeram surgir nomes que passaram a ter a devida importância no mundo esportivo da cidade, Jofre Cabral e Silva e Evangelino Costa Neves.
Com o devido respeito a outros personagens que tocaram o futebol no Estado, entendendo que a dificuldade era imensa, a história conta que após o surgimento do Jofre pelo Atlético e Neves pelo Coritiba, é que as coisas se modificaram na iniciativa que somada ao entusiasmo e dedicação, mexeu com o público local ao transformar mais ainda a rivalidade da dupla Atletiba. Como cheguei do futebol paulista em meados de 1970, contratado pelo Coritiba, o que relato é muito mais pelas conversas longas com dois jornalistas e historiadores, Carneiro Neto e do saudoso Vinícius Coelho, que inclusive, lançaram um livro, anos atrás, sobre as trajetórias das duas equipes.
Uma delas foi contada, foi quando Jofre Cabral se mandou para a cidade de São Paulo com seus pares de diretoria, trazendo para cá, jogadores de alto prestígio, mesmo que no ocaso de suas carreiras. Imaginem o estardalhaço com as chegadas de um Bellini, Zequinha, Nair, Durval, Nilson, Milton Dias e Zé Roberto. A própria política esportiva, que tinha em José Milani, Presidente da Federação Paranaense de Futebol, teve que mudar o quadro de indicação do time a representar o Estado, com disputas internas do Coritiba, Atlético e Ferroviário. Com o insucesso do Ferroviário na disputa anterior, quem levou foi o Furacão, que além dos seus excelentes profissionais, trouxe num acordo entre as partes, jogadores do Coritiba, do porte de um Célio e Nilo e do atacante Madureira, do Ferroviário. Até hoje encontro pessoas que se lembram de uma grande vitória do Furacão em cima daquele poderoso time do Santos. Em tempo. Com o falecimento do Jofre, problemas cardíacos o levaram a morte dentro de um estádio em Londrina, perdeu-se por um tempo a condução do clube.
Com a injeção de ânimo por parte dos atleticanos, aí sim, surgiu aquele que viria a se tornar uma lenda máxima ou mito, do futebol paranaense, Evangelino Costa Neves. A verdade é que mexeram com o “Chinês”. Histórias pela boa ligação com os dirigentes do Santos, em que assinava várias Notas Promissórias que ficavam no cofre do Peixe a Deus dará, Evangelino que morava nas cercanias de Vila Belmiro quando garoto, trouxe um técnico de renome, Francisco Sarno e jogadores de bom nível técnico. Foi a partir de 1969, ganhando inclusive o título estadual do ano e disputando o certame nacional, é que iniciava Evangelino, sua consagração. Fortalecido, ainda mais, na década de 1970, aí sim enfileirou títulos e mais títulos, chegando a ganhar 8 títulos estaduais, numa época em que vencer um campeonato estadual era verdadeiramente uma Copa do Mundo, pois, dinheiro só vindo das arquibancadas. Hoje, o futebol paranaense, tem marcado presença com marcas relevantes de conquistas, salientado pelo seu estágio, a considerar o lado financeiro obtido pela TV.
Brilhantes técnicos, depois, vieram trabalhar em Curitiba. Foram eles, Filpo Nunes, Valdemar Carabina, Elba de Pádua Lima, Jorge Vieira, Yustrich, Paulinho Almeida, Alfredo Ramos, Ênio Andrade, Otacílio, Fronner. Evaristo de Macedo. Sem que fossem dadas oportunidades aos formados em casa, não esqueçamos do Geraldo Damasceno, Borba Filho, Levir Culpi, Lori Paulo Sandri e Lanzoninho. No momento, englobaria, Caio Jr, Marquinhos Santos e Cuca.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Com o devido respeito a outros personagens que tocaram o futebol no Estado, entendendo que a dificuldade era imensa, a história conta que após o surgimento do Jofre pelo Atlético e Neves pelo Coritiba, é que as coisas se modificaram na iniciativa que somada ao entusiasmo e dedicação, mexeu com o público local ao transformar mais ainda a rivalidade da dupla Atletiba. Como cheguei do futebol paulista em meados de 1970, contratado pelo Coritiba, o que relato é muito mais pelas conversas longas com dois jornalistas e historiadores, Carneiro Neto e do saudoso Vinícius Coelho, que inclusive, lançaram um livro, anos atrás, sobre as trajetórias das duas equipes.
Uma delas foi contada, foi quando Jofre Cabral se mandou para a cidade de São Paulo com seus pares de diretoria, trazendo para cá, jogadores de alto prestígio, mesmo que no ocaso de suas carreiras. Imaginem o estardalhaço com as chegadas de um Bellini, Zequinha, Nair, Durval, Nilson, Milton Dias e Zé Roberto. A própria política esportiva, que tinha em José Milani, Presidente da Federação Paranaense de Futebol, teve que mudar o quadro de indicação do time a representar o Estado, com disputas internas do Coritiba, Atlético e Ferroviário. Com o insucesso do Ferroviário na disputa anterior, quem levou foi o Furacão, que além dos seus excelentes profissionais, trouxe num acordo entre as partes, jogadores do Coritiba, do porte de um Célio e Nilo e do atacante Madureira, do Ferroviário. Até hoje encontro pessoas que se lembram de uma grande vitória do Furacão em cima daquele poderoso time do Santos. Em tempo. Com o falecimento do Jofre, problemas cardíacos o levaram a morte dentro de um estádio em Londrina, perdeu-se por um tempo a condução do clube.
Com a injeção de ânimo por parte dos atleticanos, aí sim, surgiu aquele que viria a se tornar uma lenda máxima ou mito, do futebol paranaense, Evangelino Costa Neves. A verdade é que mexeram com o “Chinês”. Histórias pela boa ligação com os dirigentes do Santos, em que assinava várias Notas Promissórias que ficavam no cofre do Peixe a Deus dará, Evangelino que morava nas cercanias de Vila Belmiro quando garoto, trouxe um técnico de renome, Francisco Sarno e jogadores de bom nível técnico. Foi a partir de 1969, ganhando inclusive o título estadual do ano e disputando o certame nacional, é que iniciava Evangelino, sua consagração. Fortalecido, ainda mais, na década de 1970, aí sim enfileirou títulos e mais títulos, chegando a ganhar 8 títulos estaduais, numa época em que vencer um campeonato estadual era verdadeiramente uma Copa do Mundo, pois, dinheiro só vindo das arquibancadas. Hoje, o futebol paranaense, tem marcado presença com marcas relevantes de conquistas, salientado pelo seu estágio, a considerar o lado financeiro obtido pela TV.
Brilhantes técnicos, depois, vieram trabalhar em Curitiba. Foram eles, Filpo Nunes, Valdemar Carabina, Elba de Pádua Lima, Jorge Vieira, Yustrich, Paulinho Almeida, Alfredo Ramos, Ênio Andrade, Otacílio, Fronner. Evaristo de Macedo. Sem que fossem dadas oportunidades aos formados em casa, não esqueçamos do Geraldo Damasceno, Borba Filho, Levir Culpi, Lori Paulo Sandri e Lanzoninho. No momento, englobaria, Caio Jr, Marquinhos Santos e Cuca.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Outorga a radialistas.
Bem animado estava o ambiente, ontem, na Camara Municipal de Curitiba. Deixando de lado por alguns instantes a ordem de trabalho do dia, o Presidente da Casa, Paulo Salamuni e demais vereadores fizeram as honras da casa, ao recepcionarem alguns dos mais conceituados profissionais do rádio esportivo de Curitiba. A proposição foi do “veterano” da casa, Jairo Marcelino, que proferiu palavras elogiosas ao grupo de radialistas ao dizer da importância desse trabalho diário junto a população, como pude também sentir que o corpo de vereadores está numa boa sintonia de diálogo, para uma recuperação rápida, ou melhor, uma oxigenação dos ditames da própria casa.
Quando participo de uma solenidade, sobretudo, em que se valoriza o profissional de comunicação, não tenho a menor dúvida de agradecer pelo momento descontraído e que contou com a presença de dezenas de pessoas no recinto. Após as várias fotos, entrelaçados com os “craques de comunicação”, uma prosa descontraída para se conhecer os rumos da Camara perante a sociedade. Notei uma grande renovação de idéias. Isso é muito bom.
Passo a entender que a criação da Confraria Amigos da Bola tenha sido uma idéia maravilhosa, onde tenho notado muito carinho e sentimento. Nem imaginem que bem está fazendo. A repercussão ado comentário feito pelo advogado, Dr. Augusto Mafuz, que em seu início de carreira atuou por algumas emissoras de rádio e que hoje escreve no Blog do Paraná-Online, me emocionou profundamente com palavras que jamais ouvi de alguém, ao fazer referências a minha pessoa. Obrigado Mafuz, como também lhe parabenizo, pois, dezenas de manifestações chegaram a mim por terem lido sua matéria no Blog diário. Isso quer dizer uma constatação absoluta por suas matérias diárias.
A noite, em Vila Capanema, comentando pela Rádio 95.7 FM - Rádio CAP, mais uma vez vi um Atlético resistente em seus objetivos, ao ganhar do bom time do Bahia, que está sendo bem dirigido por técnico, Cristovão Borges, cujo time tem boa técnica de marcação. Jogo igual, até que o lateral do time baiano, que erroneamente deu um pontapé no jogador atleticano, Zezinho, e foi expulso. A partir daí, com dez jogadores na volta para o 2º tempo, só deu o Furacão jogando no campo adversário, que não tendo o que fazer foi espanando a bola até tomar o gol que aconteceu aos 35 minutos da etapa complementar. Gol de quem? Nem precisa dizer, pois, foi do “maestro” Paulo Baier, que mais uma vez brincou de jogar futebol. A verdade é que estava difícil furar um bloqueio de 9 jogadores atrás e mais o goleiro. Portanto, 1xo foi uma goleada com aplausos da galera. Com esse resultado o Atlético chega a 5ª posição.
Firmar conceito neste atual campeonato brasileiro é loucura. O negócio é deixar passar o tempo. Ontem, no jogo do Santos e Corinthians, uma confusão estabeleceu-se entre os jogadores. O time praiano depois do vexame contra o Barcelona, entrou em campo pilhado e espetáculo nenhum. Teve até gol de goleiro no jogo do Flamengo e Portuguesa. É mole? O time do Fluminense, mais uma vez empatou. Menos mal, porque, anteriormente, só perdia. Agora, os olhares são para o time do São Paulo. Já falam ate em 2ª divisão. É muito cedo, minha gente.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Quando participo de uma solenidade, sobretudo, em que se valoriza o profissional de comunicação, não tenho a menor dúvida de agradecer pelo momento descontraído e que contou com a presença de dezenas de pessoas no recinto. Após as várias fotos, entrelaçados com os “craques de comunicação”, uma prosa descontraída para se conhecer os rumos da Camara perante a sociedade. Notei uma grande renovação de idéias. Isso é muito bom.
Passo a entender que a criação da Confraria Amigos da Bola tenha sido uma idéia maravilhosa, onde tenho notado muito carinho e sentimento. Nem imaginem que bem está fazendo. A repercussão ado comentário feito pelo advogado, Dr. Augusto Mafuz, que em seu início de carreira atuou por algumas emissoras de rádio e que hoje escreve no Blog do Paraná-Online, me emocionou profundamente com palavras que jamais ouvi de alguém, ao fazer referências a minha pessoa. Obrigado Mafuz, como também lhe parabenizo, pois, dezenas de manifestações chegaram a mim por terem lido sua matéria no Blog diário. Isso quer dizer uma constatação absoluta por suas matérias diárias.
A noite, em Vila Capanema, comentando pela Rádio 95.7 FM - Rádio CAP, mais uma vez vi um Atlético resistente em seus objetivos, ao ganhar do bom time do Bahia, que está sendo bem dirigido por técnico, Cristovão Borges, cujo time tem boa técnica de marcação. Jogo igual, até que o lateral do time baiano, que erroneamente deu um pontapé no jogador atleticano, Zezinho, e foi expulso. A partir daí, com dez jogadores na volta para o 2º tempo, só deu o Furacão jogando no campo adversário, que não tendo o que fazer foi espanando a bola até tomar o gol que aconteceu aos 35 minutos da etapa complementar. Gol de quem? Nem precisa dizer, pois, foi do “maestro” Paulo Baier, que mais uma vez brincou de jogar futebol. A verdade é que estava difícil furar um bloqueio de 9 jogadores atrás e mais o goleiro. Portanto, 1xo foi uma goleada com aplausos da galera. Com esse resultado o Atlético chega a 5ª posição.
Firmar conceito neste atual campeonato brasileiro é loucura. O negócio é deixar passar o tempo. Ontem, no jogo do Santos e Corinthians, uma confusão estabeleceu-se entre os jogadores. O time praiano depois do vexame contra o Barcelona, entrou em campo pilhado e espetáculo nenhum. Teve até gol de goleiro no jogo do Flamengo e Portuguesa. É mole? O time do Fluminense, mais uma vez empatou. Menos mal, porque, anteriormente, só perdia. Agora, os olhares são para o time do São Paulo. Já falam ate em 2ª divisão. É muito cedo, minha gente.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Confraria Amigos da Bola bate recorde de presença.
Dizia o saudoso radialista e jornalista, Rosilto Portela, que amizade para ele era uma das grandes compensações da vida. Pensamento correto. Faz bem, sim, e ainda mais sem que haja qualquer tipo de interesse nas manifestações. Aliás, existem fatos que constroem até pela própria coincidência. Quando num determinado dia de Outubro de 2011, almoçando no Restaurante Cascatinha em Santa Felicidade, com os ex-jogadores, Eduardo Dreyer e Aladim , hoje na condição de vereador de Curitiba e o locutor esportivo Luís Cláudio, traçamos uma idéia de estarmos mais vezes juntos, inclusive, em convidar outros amigos, até para curtir um pouco mais a nossa saudade. Pois bem. Foi por aí que criamos a Confraria Amigos da Bola. Consagramos que a 1ª segunda feira de cada mês reuniríamos e os encontros foram acontecendo.
O tempo foi passando e pessoas de diversos seguimentos da nossa sociedade passaram, também, a conviver gostosamente com aquela prosa em que tudo está certo mas nada resolvido. Sem regulamento definido, deixando a vontade quem viesse passar alguns bons momentos nesses jantares, a verdade é que o movimento foi crescendo e confesso estar muito feliz por poder abraçar a muitas pessoas que não temos como convivência diária. A partir desse ano, a diretoria da Confraria Amigos da Bola, passou a convidar pessoas interessantes da nossa comunidade, para conhecer o ambiente e receber uma placa em homenagem a sua postura no exemplo da sua atividade.
Já haviam recebidos esses prêmio , o radialista e advogado, Durval Monteiro, o radialista e ex-Deputado Estadual, José Domingos Borges Teixeira, Roberto Caetano por seus relevantes serviços como operador de som nas externa, o ex-jogador Dreyer e o Dr. William Youseff . Ontem, foi a vez do consagrado locutor, jornalista, escritor, Antonio Carlos Carneiro Neto. Só para que os senhores saibam, na noite de ontem, foi batido o recorde de presença quando recebeu palmas de mais 50 pessoas. Como sempre o orador oficial da Confraria, o poderoso Durval Monteiro, contou bonitas passagens da vida esportiva do colega Carneiro. Outros que se manifestaram foi o sempre brilhante, Dr.Domingos Moro e o polêmico, Dr. Augusto Mafuz. Foi uma noite inesquecível.
Faço, também, alguns registros, com as presenças do ex-jogador Oberdan e o do goleiro Célio, que vieram de Florianópolis, técnico Lori Paulo Sandri, Dr. Aprigio (Pato Branco), Desembargador Antonio Loyola, Vereador Roberto Hinça, Miguel Kalluf, Faissal, Paulo Malucelli, diretor presidente da Rádio 95.7 FM de Curitiba e o técnico do Atlético, Arthur Bernardes, além das figuras cativas deste evento.
Hoje, inclusive, pela manhã andei recebendo várias ligações comentando o acontecimento. Que legal. A próxima reunião será no dia 2 de Setembro. Você que ainda não conhece, participe, tenho certeza que irá gostar. Para encerrar quero externar meus agradecimentos a todos presentes.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
O tempo foi passando e pessoas de diversos seguimentos da nossa sociedade passaram, também, a conviver gostosamente com aquela prosa em que tudo está certo mas nada resolvido. Sem regulamento definido, deixando a vontade quem viesse passar alguns bons momentos nesses jantares, a verdade é que o movimento foi crescendo e confesso estar muito feliz por poder abraçar a muitas pessoas que não temos como convivência diária. A partir desse ano, a diretoria da Confraria Amigos da Bola, passou a convidar pessoas interessantes da nossa comunidade, para conhecer o ambiente e receber uma placa em homenagem a sua postura no exemplo da sua atividade.
Já haviam recebidos esses prêmio , o radialista e advogado, Durval Monteiro, o radialista e ex-Deputado Estadual, José Domingos Borges Teixeira, Roberto Caetano por seus relevantes serviços como operador de som nas externa, o ex-jogador Dreyer e o Dr. William Youseff . Ontem, foi a vez do consagrado locutor, jornalista, escritor, Antonio Carlos Carneiro Neto. Só para que os senhores saibam, na noite de ontem, foi batido o recorde de presença quando recebeu palmas de mais 50 pessoas. Como sempre o orador oficial da Confraria, o poderoso Durval Monteiro, contou bonitas passagens da vida esportiva do colega Carneiro. Outros que se manifestaram foi o sempre brilhante, Dr.Domingos Moro e o polêmico, Dr. Augusto Mafuz. Foi uma noite inesquecível.
Faço, também, alguns registros, com as presenças do ex-jogador Oberdan e o do goleiro Célio, que vieram de Florianópolis, técnico Lori Paulo Sandri, Dr. Aprigio (Pato Branco), Desembargador Antonio Loyola, Vereador Roberto Hinça, Miguel Kalluf, Faissal, Paulo Malucelli, diretor presidente da Rádio 95.7 FM de Curitiba e o técnico do Atlético, Arthur Bernardes, além das figuras cativas deste evento.
Hoje, inclusive, pela manhã andei recebendo várias ligações comentando o acontecimento. Que legal. A próxima reunião será no dia 2 de Setembro. Você que ainda não conhece, participe, tenho certeza que irá gostar. Para encerrar quero externar meus agradecimentos a todos presentes.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Sócio deve ser o ativo do clube.
Como serão 38 rodadas, e somente foram jogadas 11 partidas, qualquer que seja uma consideração de manifestação favorável ou mesmo de descrédito, diria ser cedo demais para formatar conjecturas. Com o sobe e desce na classificação, os mais sensatos sabem que o melhor mesmo é acompanhar e esperar para se ter uma tranquilidade futura, sobretudo, nos acertos e erros das diretorias e comissões técnicas. Nem tanto ao céu ou mesmo nem tanto a terra. Aprendi que num campeonato longo e que se pratica dentro de um continente extenso como é o nosso brasileiro, o melhor mesmo é seguir no piano, piano que se vá lontano, frase italiana, devagar, devagar se vai longe. É só dar sorte para se ter um bom elenco e aguentar a parada.
Um encanto inicial e que pode virar uma tragédia esportiva é não conhecer as entranhas de um cenário desfavorável às equipes que não possuem uma boa carteira financeira. Por isso sempre fui um idealista quanto a ser cético em vitórias e condução fria em derrotas. Estabelecer parâmetros sem a devida proteção administrativa é participar sem muitos arroubos. Entendo que o futebol brasileiro de hoje não ostenta mais técnica individual e essa projeção já estava sendo esperada por alguns mais apaixonados desportistas. Porque? É fácil, pois, não existindo isonomia na divisão de cotas televisivas, então, é cada um brigando para segurar um galho dessa árvore.
Ao ficar atento nesse pormenor, pois, salta aos olhos a fragilidade financeira dos clubes brasileiros, o melhor mesmo é cuidar do lado patrimonial sem muita ostentação. Das 20 equipes brasileiras que ora disputam o certame nacional da Série A, se puxarem o saldo bancário, verão que a realidade é de muita tristeza. Portanto, a meta a ser estabelecida pelos clubes da nossa capital, é efetivar-se no plano A, e contar com a segurança de ter com um pouco mais de dinheiro pago pela TV e comerciais estampados nas camisas.
Aplaudo a iniciativa dos clubes que tratam seus torcedores como ativos na vida clubística. Exemplo dado é do Internacional de Porto Alegre, chegado a marca de 80 mil sócios. Na verdade os clubes devem contar com o sentimento do torcedor. Tá certo que algum retorno deva ser dado, concordo, mas para entrar definitivamente nas grandes conquistas o clube deve estar bem aparelhado, administrativa e financeiramente. Tudo é uma consequência de vitórias em campo, pois, sei que não se tem outro caminho. Um dos clubes que coloco como exemplo é o da Portuguesa de Desportos, que já teve em torno de 60 mil sócios, e com uma queda acentuada no tratamento do seu futebol no gramado, e não conseguindo mais estabelecer bons resultados, vem sofrendo há alguns anos.
Então, qual caminho a tomar? Modestamente, diria que permanecer na Série A, seja o mais importante. Para isso é sobrepor ao 1º estágio, que é se classsificar até a 16º posição. Parece fácil. Após, vamos dizer que uma vaga na sulamericana seria um espaço de compensação, afinal, contaria também com a Copa do Brasil. Agora, ter o objetivo de estar entre as 4 melhores para a Libertadores, bem aí são outros quinhentos. Portanto, é dar tempo ao tempo, e os clubes se reciclarem.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Um encanto inicial e que pode virar uma tragédia esportiva é não conhecer as entranhas de um cenário desfavorável às equipes que não possuem uma boa carteira financeira. Por isso sempre fui um idealista quanto a ser cético em vitórias e condução fria em derrotas. Estabelecer parâmetros sem a devida proteção administrativa é participar sem muitos arroubos. Entendo que o futebol brasileiro de hoje não ostenta mais técnica individual e essa projeção já estava sendo esperada por alguns mais apaixonados desportistas. Porque? É fácil, pois, não existindo isonomia na divisão de cotas televisivas, então, é cada um brigando para segurar um galho dessa árvore.
Ao ficar atento nesse pormenor, pois, salta aos olhos a fragilidade financeira dos clubes brasileiros, o melhor mesmo é cuidar do lado patrimonial sem muita ostentação. Das 20 equipes brasileiras que ora disputam o certame nacional da Série A, se puxarem o saldo bancário, verão que a realidade é de muita tristeza. Portanto, a meta a ser estabelecida pelos clubes da nossa capital, é efetivar-se no plano A, e contar com a segurança de ter com um pouco mais de dinheiro pago pela TV e comerciais estampados nas camisas.
Aplaudo a iniciativa dos clubes que tratam seus torcedores como ativos na vida clubística. Exemplo dado é do Internacional de Porto Alegre, chegado a marca de 80 mil sócios. Na verdade os clubes devem contar com o sentimento do torcedor. Tá certo que algum retorno deva ser dado, concordo, mas para entrar definitivamente nas grandes conquistas o clube deve estar bem aparelhado, administrativa e financeiramente. Tudo é uma consequência de vitórias em campo, pois, sei que não se tem outro caminho. Um dos clubes que coloco como exemplo é o da Portuguesa de Desportos, que já teve em torno de 60 mil sócios, e com uma queda acentuada no tratamento do seu futebol no gramado, e não conseguindo mais estabelecer bons resultados, vem sofrendo há alguns anos.
Então, qual caminho a tomar? Modestamente, diria que permanecer na Série A, seja o mais importante. Para isso é sobrepor ao 1º estágio, que é se classsificar até a 16º posição. Parece fácil. Após, vamos dizer que uma vaga na sulamericana seria um espaço de compensação, afinal, contaria também com a Copa do Brasil. Agora, ter o objetivo de estar entre as 4 melhores para a Libertadores, bem aí são outros quinhentos. Portanto, é dar tempo ao tempo, e os clubes se reciclarem.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Decadência dos clubes brasileiros.
Foi aquele tempo em que os clubes brasileiros viajavam por esse mundo de Deus e voltavam com expressivas vitórias. Agora, o que vemos são os maus resultados colhidos, e não só isso, perdendo de forma triste e decadente. Há muitos anos que o futebol nacional perdeu seu caminho. Na verdade, anteriormente, os clubes tinham liberdade de saírem para participarem de torneios internacionais. O que hoje pode ser visto como um absurdo, mas times como o Olaria, Bangu, Juventus, Ferroviária e outros saiam do país, aliás, nem estou contando com as expressões maiores como o Santos e Botafgo, que viveram momentos esplendorosos. A ausência deste intercâmbio acabou tendo reflexos negativos, e só veio acontecer com normas da CBF, na demonstração de autoridade do ex-presidente, Ricardo Teixeira. Há muitos anos estamos vivendo realidade oposta, afinal, somente a camisa da seleção brasileira tem o efeito necessário, pois, os clubes se apequenaram em seus objetivos, com jogadores muito jovens negociados para o exterior. Portanto, o único caminho de visibilidade passou a ser as disputas nas Libertadores de América.
O torcedor apaixonado por seu clube, acompanhava na época as transmissões por rádio, onde sentia-se um privilegiado, pois, sua equipe estava jogando no exterior contra as grandes equipes do planeta. Por aqui mesmo, o exemplo do Coritiba que realizou 3 excursões com pleno êxito (69/70/2 72), sendo essa última de forma invicta quando ganhou o Título de Fita Azul. Agora, o futebol brasileiro está distante e uma recuperação dos clubes será de maneira demorada. É bom dizer que a celula-mater do futebol são os clubes, que investem em seus jogadores desde a base, para entregar de mão beijada a CBF, que não repôe nenhum dinheiro em troca, a não ser a visibilidade de se jogar na seleção. Para os clubes isso e pouco, até pela infinidade de jogadores que tem o país.
As derrotas do time São Paulino no torneio realizado na Alemanha, perdeu para o Bayern e Milan, jogando para perder de pouco, e a do Santos que foi massacrado pelo time do Barcelona em 8×0, colocou em xeque a desigualdade, tecnicamente e historicamente, nesses confrontos internacionais. Claro, que esses clubes viverão problemas políticos internos, após, essa tragédia em desrespeito ao futebol nacional. Visível pelas redes sociais a amargura dos torcedores dessas equipes, e que sem dúvida deverá trazer algum benefício no futuro para uma reflexão.
Quanto ao time do Tricolor do Morumbi, ainda que tenha jogado com seus titulares. Agora, em relação ao Santos, que colocou erroneamente uma geração de sua base para o espaço, sei lá o que isso não poderá refletir nas hostes santistas. Imaginem o que o Rei Pelé deva estar sentindo. O próprio jogador Neymar disse que ficou muito aborrecido com o momento peixeiro. Os atuais e inteligentes diretores do Santos, achando que deveriam mudar tudo, após a demissão do técnico Muricy e a venda do Neymar, vão ter dificuldades paa aguentar a bronca.
Não se iludam torcedores da bola, pois, o momento é ruim com a falta de bom jogadores. Dias atrás, uma reportagem dando o devido valor a jogadores com mais de 35 anos, provando que o ciclo de jogadores é fraco. Só não respinga na Seleção Brasileira por que os mais experientes estão jogando fora do país.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
O torcedor apaixonado por seu clube, acompanhava na época as transmissões por rádio, onde sentia-se um privilegiado, pois, sua equipe estava jogando no exterior contra as grandes equipes do planeta. Por aqui mesmo, o exemplo do Coritiba que realizou 3 excursões com pleno êxito (69/70/2 72), sendo essa última de forma invicta quando ganhou o Título de Fita Azul. Agora, o futebol brasileiro está distante e uma recuperação dos clubes será de maneira demorada. É bom dizer que a celula-mater do futebol são os clubes, que investem em seus jogadores desde a base, para entregar de mão beijada a CBF, que não repôe nenhum dinheiro em troca, a não ser a visibilidade de se jogar na seleção. Para os clubes isso e pouco, até pela infinidade de jogadores que tem o país.
As derrotas do time São Paulino no torneio realizado na Alemanha, perdeu para o Bayern e Milan, jogando para perder de pouco, e a do Santos que foi massacrado pelo time do Barcelona em 8×0, colocou em xeque a desigualdade, tecnicamente e historicamente, nesses confrontos internacionais. Claro, que esses clubes viverão problemas políticos internos, após, essa tragédia em desrespeito ao futebol nacional. Visível pelas redes sociais a amargura dos torcedores dessas equipes, e que sem dúvida deverá trazer algum benefício no futuro para uma reflexão.
Quanto ao time do Tricolor do Morumbi, ainda que tenha jogado com seus titulares. Agora, em relação ao Santos, que colocou erroneamente uma geração de sua base para o espaço, sei lá o que isso não poderá refletir nas hostes santistas. Imaginem o que o Rei Pelé deva estar sentindo. O próprio jogador Neymar disse que ficou muito aborrecido com o momento peixeiro. Os atuais e inteligentes diretores do Santos, achando que deveriam mudar tudo, após a demissão do técnico Muricy e a venda do Neymar, vão ter dificuldades paa aguentar a bronca.
Não se iludam torcedores da bola, pois, o momento é ruim com a falta de bom jogadores. Dias atrás, uma reportagem dando o devido valor a jogadores com mais de 35 anos, provando que o ciclo de jogadores é fraco. Só não respinga na Seleção Brasileira por que os mais experientes estão jogando fora do país.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Futebol não aceita incoerência.
Taí o que pouca gente esperava. Vitória do Furacão (2×1) em cima do campeão da Libertadores, Galo Mineiro, e no próprio Estádio Independência, onde o time mineiro estava invicto em 38 jogos. A expectativa de um grande resultado passava ao largo dos “entendidos”, afinal, ter um confronto direto com um time vencedor, seria naturalmente um feito enorme conseguir uma vitória. Foi o que aconteceu. O papel fundamental do equilíbrio da equipe, foi que contou com uma melhor disposição de marcação no meio campo, sempre comandado pelo Bruno Silva, com zagueiro, Manoel, que não perdeu um lance e Léo pela direita. Não esquecer do Marcelo e Everton que brilharam nas pontas jogando em velocidade.
Outros fatores colocaria neste crescimento da equipe. Primeiro a leitura do técnico, Vagner Mancini, que em pouco tempo ajustou a equipe no gramado. Sabendo que o elenco fazia gols a frente e os tomava também, foi um acerto ajustar a marcação no meio campo. Agora, um fator que não deixo de registrar é o condicionamento físico da equipe. Criticado pelo torcedor, afinal, não ver o time jogar no começo do ano, para alguns da imprensa um absurdo, e que não foram poucas as vezes que afirmei ser a força necessária para um pegada maior.
Determinado por essa proposta inédita, onde jogou meses com o Sub-23, e somente treinando para uma Copa do Brasil, aliás o time já chegou a 4ª etapa deste certame, a diretoria deixou a comissão técnica a vontade para a busca de resultados. Com o alto grau de conhecimento do preparador físico, Moracy, seria só um tempo para chegar a este acerto. As vitórias em cima da Ponte Preta, em Campinas, outra contra a Portuguesa de Desportos e a de ontem, em Belo Horizonte, já deu a verdadeira mostra do bom condicionamento da equipe. Estudo cientifico mostra que todos estão em forma. Não esquecer que nos jogos contra o Grêmio e Corinthians, o time ficou o tempo todo no campo adversário.
Já ouvi de torcedores do Tricolor da Vila que não gostaram do empate da equipe lá, na cidade de Bragança Paulista. Calma minha gente. A visão do torcedor não pode ser alterada. O importante é o time estar entre os 6 primeiros colocados. Lá mais a frente, aí sim, ao chegar entre os 4 melhores, não poderá recuar., sobretudo, ter um bom condicionamento físico para aguentar o sprint no final da competição.
Assisti, pela televisão, o jogo do Bayern de Munchen contra o São Paulo, torneio que está acontecendo na Alemanha. O resultado foi de 2xo para o time alemão, mas a diferença no futebol mostrou uma superioridade gigantesca do time do técnico espanhol, Guardiola, que chegou a ter 75% de posse de bola. O que o goleiro Rogério Ceni pegou foi uma grandeza. Não fosse, a goleada seria eminente.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Outros fatores colocaria neste crescimento da equipe. Primeiro a leitura do técnico, Vagner Mancini, que em pouco tempo ajustou a equipe no gramado. Sabendo que o elenco fazia gols a frente e os tomava também, foi um acerto ajustar a marcação no meio campo. Agora, um fator que não deixo de registrar é o condicionamento físico da equipe. Criticado pelo torcedor, afinal, não ver o time jogar no começo do ano, para alguns da imprensa um absurdo, e que não foram poucas as vezes que afirmei ser a força necessária para um pegada maior.
Determinado por essa proposta inédita, onde jogou meses com o Sub-23, e somente treinando para uma Copa do Brasil, aliás o time já chegou a 4ª etapa deste certame, a diretoria deixou a comissão técnica a vontade para a busca de resultados. Com o alto grau de conhecimento do preparador físico, Moracy, seria só um tempo para chegar a este acerto. As vitórias em cima da Ponte Preta, em Campinas, outra contra a Portuguesa de Desportos e a de ontem, em Belo Horizonte, já deu a verdadeira mostra do bom condicionamento da equipe. Estudo cientifico mostra que todos estão em forma. Não esquecer que nos jogos contra o Grêmio e Corinthians, o time ficou o tempo todo no campo adversário.
Já ouvi de torcedores do Tricolor da Vila que não gostaram do empate da equipe lá, na cidade de Bragança Paulista. Calma minha gente. A visão do torcedor não pode ser alterada. O importante é o time estar entre os 6 primeiros colocados. Lá mais a frente, aí sim, ao chegar entre os 4 melhores, não poderá recuar., sobretudo, ter um bom condicionamento físico para aguentar o sprint no final da competição.
Assisti, pela televisão, o jogo do Bayern de Munchen contra o São Paulo, torneio que está acontecendo na Alemanha. O resultado foi de 2xo para o time alemão, mas a diferença no futebol mostrou uma superioridade gigantesca do time do técnico espanhol, Guardiola, que chegou a ter 75% de posse de bola. O que o goleiro Rogério Ceni pegou foi uma grandeza. Não fosse, a goleada seria eminente.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Milésima coluna e um constante aprendizado.
Foi lá pelos idos de 1994, convidado pelo jornalista, Carlos Queirós, que dirigia as páginas sociais do Jornal O Estado, da Família Barroso, que comecei a dedilhar numa máquina Remington, comentários sobre coisas e “causos” do futebol paranaense e brasileiro. Acostumado na espontaneidade do rádio, e esta é a maneira que carrego até hoje com alegria de fazer, sobretudo, porque fui sempre um arredio a escrever, onde o improviso da comunicação pelo rádio sempre me atraiu, em especial, nas grandes oportunidades de viajar por esse mundo de Deus em diversas coberturas. A comunicação daquela época, convenhamos, não era tão fácil como nos dias de hoje. Entretanto, me chamava atenção os companheiros, Luís Augusto Xavier, Carneiro Neto e do saudoso Vinícius Coelho, a satisfação de descreverem em suas máquinas portáteis, o dia a dia das coberturas, executando seus artigos com tamanha facilidade. Na verdade, como sempre fui um bom parceiro, ia com eles nas Agências de Correios, quando entregavam seus dizeres no envio das matérias as suas redações. Um dia vou comentar quando ao lado do Xavier, em Varsóvia, o drama que foi explicar e pagar pela matéria e com o Vinícius, em Gotemburgo.
Fiz esse preâmbulo, para dizer que entrei nessa modernização e passei a gostar. Quem diria, pergunto a mim mesmo, que chego a milésima coluna, no Portal Bem Paraná. Para quem conhece seu diretor, Roney Rodrigues Pereira, sabe o porque dessa aceitação, afinal, saiu bem a frente dos outros por ser um conhecedor profundo do plano e método jornalístico. Estudioso da matéria, foi desenvolvendo seu objetivo, e hoje contemplamos com outras tantas colunas, blogs e assuntos do cotidiano, como política, lazer, esporte, etc, oferecidos pelos dedicados profissionais. Agradeço o privilégio de estar junto a esse processo, como também, do Roney ter criado “As 5 Mais do Capitão”.
Tem sido um objetivo da minha parte, estar discorrendo um assunto que gira em torno de técnicos de futebol. Não é meu objetivo querer tirar emprego de ninguém, mas, estabelecer parâmetros entre dirigentes e profissionais do campo. Por enquanto ainda vamos ver dirigentes que contratam técnicos para serem na verdade verdadeiros álibis da desorganização clubística. Esse é o caso do Fluminense, que liberou o Abel Braga e está trazendo o Luxemburgo, para fechar a boca dos seus torcedores. Quanto custará? Quem vai pagar a conta de quem sai e de quem entra? Isso um dia vai acabar, pois, não vejo nenhum clube com essa grana, afinal, se o tivesse pagaria em dia seus impostos.
Qual necessidade da Seleção Brasileira de Futebol jogar amistosos depois do sucesso na Copa das Confederações? Claro, é do dinheiro, que programado nos acordos antecipados com empresários, tem a obrigação de jogar. Bem que a CBF poderia dar um tempo. Jogar contra o “poderoso” time da Suíça, só mesmo por esse lado específico da grana, sobretudo, porque não vai ajudar na conclusão do elenco a ser formado para a Copa/2014, pois é sabido que o time brasileiro só cresce com 30 dias de treinos.
Depois que ouvi, atentamente, o pronunciamento do Presidente do Atlético, Mário Celso Petráglia, no programa, A Hora do Esporte, na Rádio 95.7 FM, aliás quando se referem a emissora tem gente que teimosamente não dá o crédito a emissora, somente dizendo que é a emissosra oficial do Furacão, bem deixa pra lá, passei a acreditar na entrega da obra no tempo determinado. Portanto, nem o próprio, Reginaldo Cordeiro, que atende a duas secretárias, a de Meio Ambiente e da Copa, não deu a versão exata quanto ao custo, afinal, o acordo é tripartide, pois, a demora de soluções acabaram por prejudicar o aumento na conclusão da obra da Arena. Não contente ainda criticou a administração do ex-Prefeito de Curitiba, Luciano Ducci.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Fiz esse preâmbulo, para dizer que entrei nessa modernização e passei a gostar. Quem diria, pergunto a mim mesmo, que chego a milésima coluna, no Portal Bem Paraná. Para quem conhece seu diretor, Roney Rodrigues Pereira, sabe o porque dessa aceitação, afinal, saiu bem a frente dos outros por ser um conhecedor profundo do plano e método jornalístico. Estudioso da matéria, foi desenvolvendo seu objetivo, e hoje contemplamos com outras tantas colunas, blogs e assuntos do cotidiano, como política, lazer, esporte, etc, oferecidos pelos dedicados profissionais. Agradeço o privilégio de estar junto a esse processo, como também, do Roney ter criado “As 5 Mais do Capitão”.
Tem sido um objetivo da minha parte, estar discorrendo um assunto que gira em torno de técnicos de futebol. Não é meu objetivo querer tirar emprego de ninguém, mas, estabelecer parâmetros entre dirigentes e profissionais do campo. Por enquanto ainda vamos ver dirigentes que contratam técnicos para serem na verdade verdadeiros álibis da desorganização clubística. Esse é o caso do Fluminense, que liberou o Abel Braga e está trazendo o Luxemburgo, para fechar a boca dos seus torcedores. Quanto custará? Quem vai pagar a conta de quem sai e de quem entra? Isso um dia vai acabar, pois, não vejo nenhum clube com essa grana, afinal, se o tivesse pagaria em dia seus impostos.
Qual necessidade da Seleção Brasileira de Futebol jogar amistosos depois do sucesso na Copa das Confederações? Claro, é do dinheiro, que programado nos acordos antecipados com empresários, tem a obrigação de jogar. Bem que a CBF poderia dar um tempo. Jogar contra o “poderoso” time da Suíça, só mesmo por esse lado específico da grana, sobretudo, porque não vai ajudar na conclusão do elenco a ser formado para a Copa/2014, pois é sabido que o time brasileiro só cresce com 30 dias de treinos.
Depois que ouvi, atentamente, o pronunciamento do Presidente do Atlético, Mário Celso Petráglia, no programa, A Hora do Esporte, na Rádio 95.7 FM, aliás quando se referem a emissora tem gente que teimosamente não dá o crédito a emissora, somente dizendo que é a emissosra oficial do Furacão, bem deixa pra lá, passei a acreditar na entrega da obra no tempo determinado. Portanto, nem o próprio, Reginaldo Cordeiro, que atende a duas secretárias, a de Meio Ambiente e da Copa, não deu a versão exata quanto ao custo, afinal, o acordo é tripartide, pois, a demora de soluções acabaram por prejudicar o aumento na conclusão da obra da Arena. Não contente ainda criticou a administração do ex-Prefeito de Curitiba, Luciano Ducci.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
O legado do Papa Francisco.
Em alguns momentos fui às lágrimas, sobretudo, porque não pude conte-las nas tantas demonstrações que vi nesta presença, do Papa Francisco, no território brasileiro. Deveria, sim, colocar várias palavras no superlativo, motivado pelos mais variados temas levantados nessa passagem histórica, ao tratar das coisas com muita humildade ao expor necessidades de se ter mais fé, solidariedade, e não esquecer no efeito do desajuste social. Ganância, poder, foram palavras banidas no seu vocabulário, peregrinação essa que teve o cuidado de falar aos jovens nessa 28ª Missão Mundial da Juventude. Em torno de 4 milhões de fiéis, ontem na praia de Copacabana/Rio de Janeiro, se abraçaram num misto de solidariedade, alegria e encanto por novos dias. Momento que deverá ter um significado extraordinário à frente, inclusive, no seu apelo ao exigir cobranças com a própria igreja, em afirmar aos seus integrantes que devam sair mais de suas paróquias e ir ao encontro do povo. Da minha parte, quero também expressar minha admiração a esse povo brasileiro, que mais uma vez soube como dar boas vindas e educação demonstrando ser um apaixonado pelas coisas reais ao sentimento.
Querer explicar resultados neste atual Campeonato Brasileiro/2013 é ser pitonisa. Quem poderia dizer, antecipadamente, que o Náutico, último colocado no certame, viria a ganhar do Internacional e ainda com um placar de goleada(3×0). E assim vai rolar a bola até que as coisas se mostrem mais a contento no nível individual e coletivo. Jogar mal e ganhar passou a ser a tônica de bom presságio, coisa difícil de se admitir, pois, o melhor mesmo é jogar bem e ganhar. Não tenho visto grandes partidas, tecnicamente dizendo, a não ser uma ou outra com a exigência de mais dinamismo e poder de marcação. Podem ter certeza os senhores que mais resultados estrambólicos veremos a frente, inclusive, com times regulares ganhando do primeiro colocado, exemplificando essa derrota do Colorado dos Pampas, em Recife.
Coloco no prato de discussão a vitória que o Atlético conseguiu(3×2) contra a Portuguesa de Desportos. É o tipo que a galera decifra quando não se joga bem o melhor mesmo é ganhar. Como exigir jogar bem não está tão fácil. enfim, a falta argumento no comentário a cada jornada vira uma grandeza. Agora, todo cuidado é pouco para o profissional da área esportiva, afinal, o lado da coerência fica fragilizado tamanha a discrepância na maneira de jogar dos times, sobretudo, uns atrás marcando outros se largando e correndo a busca do resultado. Bem, os mais práticos técnicos entendem que o melhor mesmo é não arriscar. E agora!
O atacante Bill voltou a jogar no time alviverde. Na sua melhor fase foi obrigado a deixar o Coxa, já que seu empréstimo junto ao Corinthians havia terminado. Infelizmente para ele as coisas não andaram bem no Timão, teve uma passagem fora do país, depois ao Santos, e nada aconteceu. Se tiver juízo poderá ser o artilheiro que o clube anda precisando, afinal, o único que tem feito gols é o Alex. No jogo de ontem, pareceu-me fora de sintonia, mas tudo é uma questão de tempo. Falar nisso, parece que o angolano só faz gol nos Atletibas.
Vai muito bem o Paraná Clube, principalmente, no acerto com o técnico Dado Cavalcanti e nas próprias indicações dos jogadores que formam o elenco. A galera do Tricolor fica ressabiada, afinal, em anos passados, a equipe sempre começou bem e terminou mal. A vitória de 3×0 contra o Ceará, no sábado em Vila Capanema, não deixou nenhuma dúvida quanto sua competência nesta Série B.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Querer explicar resultados neste atual Campeonato Brasileiro/2013 é ser pitonisa. Quem poderia dizer, antecipadamente, que o Náutico, último colocado no certame, viria a ganhar do Internacional e ainda com um placar de goleada(3×0). E assim vai rolar a bola até que as coisas se mostrem mais a contento no nível individual e coletivo. Jogar mal e ganhar passou a ser a tônica de bom presságio, coisa difícil de se admitir, pois, o melhor mesmo é jogar bem e ganhar. Não tenho visto grandes partidas, tecnicamente dizendo, a não ser uma ou outra com a exigência de mais dinamismo e poder de marcação. Podem ter certeza os senhores que mais resultados estrambólicos veremos a frente, inclusive, com times regulares ganhando do primeiro colocado, exemplificando essa derrota do Colorado dos Pampas, em Recife.
Coloco no prato de discussão a vitória que o Atlético conseguiu(3×2) contra a Portuguesa de Desportos. É o tipo que a galera decifra quando não se joga bem o melhor mesmo é ganhar. Como exigir jogar bem não está tão fácil. enfim, a falta argumento no comentário a cada jornada vira uma grandeza. Agora, todo cuidado é pouco para o profissional da área esportiva, afinal, o lado da coerência fica fragilizado tamanha a discrepância na maneira de jogar dos times, sobretudo, uns atrás marcando outros se largando e correndo a busca do resultado. Bem, os mais práticos técnicos entendem que o melhor mesmo é não arriscar. E agora!
O atacante Bill voltou a jogar no time alviverde. Na sua melhor fase foi obrigado a deixar o Coxa, já que seu empréstimo junto ao Corinthians havia terminado. Infelizmente para ele as coisas não andaram bem no Timão, teve uma passagem fora do país, depois ao Santos, e nada aconteceu. Se tiver juízo poderá ser o artilheiro que o clube anda precisando, afinal, o único que tem feito gols é o Alex. No jogo de ontem, pareceu-me fora de sintonia, mas tudo é uma questão de tempo. Falar nisso, parece que o angolano só faz gol nos Atletibas.
Vai muito bem o Paraná Clube, principalmente, no acerto com o técnico Dado Cavalcanti e nas próprias indicações dos jogadores que formam o elenco. A galera do Tricolor fica ressabiada, afinal, em anos passados, a equipe sempre começou bem e terminou mal. A vitória de 3×0 contra o Ceará, no sábado em Vila Capanema, não deixou nenhuma dúvida quanto sua competência nesta Série B.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Petráglia estará na Rádio 95.7 FM.
Estava insustentável segurar o Diretor de Futebol do São Paulo, Adalberto Baptista, por uma série de fatores, a começar pela discussão e polêmica criada contra o ídolo maior do clube, o goleiro Rogério Ceni. A gota d'água foi dizer que estava sendo ameaçado de morte nos vários telefonemas recebidos, temerário com esta situação, foi ao encontro do Presidente do Clube, Juvenal Juvêncio, pedindo sua demissão do cargo. Foi um alivio político? Sei lá, afinal, não conhecendo bem o ângulo de aceitação da parte dos conselheiros, a verdade é que esse dirigente vinha prejudicando a atual situação clubística no gramado. Agora, dizer que vai melhorar o futebol da equipe, bem isso é uma incógnita, pois, é difícil encontrar alguém que ensine jogar bem futebol.
Como o Tricolor do Morumbi foi sempre considerado uma agremiação de contornos positivos em suas várias administrações, desde o longinquo tempo de Cícero Pompeu de Toledo, Laudo Natel, Raimundo Paes de Almeida e de outros excelentes dirigentes, agora está vivendo um mal momento em seus resultados. Com o crescimento do concorrente, Corinthians, a galera passou a intensificar críticas a atual direção, alguns de maneira jocosa em afirmar que o time vai cair para a 2ª Divisão. Entendo seja cedo demais para tanto, sobretudo, pelo elenco que possui e sua verba representativa. Quem lidera a oposição de momento é o Dr. Marcos Aurélio Cunha, um ex-diretor do grupo do atual comandante Juvenal Juvêncio.
Quem vai estar ao vivo no programa desta sexta feira , A Hora do Esporte, da Rádio 95.7 FM - Rádio CAP, será o Presidente do Atlético Parananese, Mário Celso Petráglia, oportunidade que a torcida do Furacão terá de registrar atráves de telefonemas à emissora, como também, utilizar-se do site do clube, interagindo com perguntas e respostas. Quando o Petráglia fala agita o mercado.
Somente com o carinho das amizades para esquentar um dia frio. Foi isso que me aconteceu, no dia de ontem, com a coincidência de encontrar-me com pessoas que nem sempre se tem a oportunidade de um convívio diário. Abraços aos Drs. Henrique Contíere Neto e Jean Furtado Francisco, clínicos e cirurgiões da mais qualidade. No almoço tradicional do Armazém Italiano, na 7 de Setembro, do proprietário, Bruno, aquele papo agradável com a presença de muitas pessoas degustando os mais variados pratos. Entre todos, quem esteve por lá, também, o conceituado e refinado Pedro Dala Riva, coxa branca de 4 costados e o ex-árbitro contemporâneo, Waldemar Nader. Mais tarde um café especial com o locutor esportivo famoso, Edemar Annuseck, que vem aí com novas idéias.
Quem será o homenageado no próximo jantar da Confraria Amigos da Bola? Segredo a 7 chaves. Para adiantar aos nossos confrades, é uma figura de reconhecido valor na comunicação esportiva de nossa cidade. Você que ainda não teve essa oportunidade de estar presente, será no dia 5 de Agosto, no Restaurante Cascatinha a partir das 19,30 horas. Esse encontro é para todos, indistintamente, de profissão, credo e política. Vale a pena. Venham.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Como o Tricolor do Morumbi foi sempre considerado uma agremiação de contornos positivos em suas várias administrações, desde o longinquo tempo de Cícero Pompeu de Toledo, Laudo Natel, Raimundo Paes de Almeida e de outros excelentes dirigentes, agora está vivendo um mal momento em seus resultados. Com o crescimento do concorrente, Corinthians, a galera passou a intensificar críticas a atual direção, alguns de maneira jocosa em afirmar que o time vai cair para a 2ª Divisão. Entendo seja cedo demais para tanto, sobretudo, pelo elenco que possui e sua verba representativa. Quem lidera a oposição de momento é o Dr. Marcos Aurélio Cunha, um ex-diretor do grupo do atual comandante Juvenal Juvêncio.
Quem vai estar ao vivo no programa desta sexta feira , A Hora do Esporte, da Rádio 95.7 FM - Rádio CAP, será o Presidente do Atlético Parananese, Mário Celso Petráglia, oportunidade que a torcida do Furacão terá de registrar atráves de telefonemas à emissora, como também, utilizar-se do site do clube, interagindo com perguntas e respostas. Quando o Petráglia fala agita o mercado.
Somente com o carinho das amizades para esquentar um dia frio. Foi isso que me aconteceu, no dia de ontem, com a coincidência de encontrar-me com pessoas que nem sempre se tem a oportunidade de um convívio diário. Abraços aos Drs. Henrique Contíere Neto e Jean Furtado Francisco, clínicos e cirurgiões da mais qualidade. No almoço tradicional do Armazém Italiano, na 7 de Setembro, do proprietário, Bruno, aquele papo agradável com a presença de muitas pessoas degustando os mais variados pratos. Entre todos, quem esteve por lá, também, o conceituado e refinado Pedro Dala Riva, coxa branca de 4 costados e o ex-árbitro contemporâneo, Waldemar Nader. Mais tarde um café especial com o locutor esportivo famoso, Edemar Annuseck, que vem aí com novas idéias.
Quem será o homenageado no próximo jantar da Confraria Amigos da Bola? Segredo a 7 chaves. Para adiantar aos nossos confrades, é uma figura de reconhecido valor na comunicação esportiva de nossa cidade. Você que ainda não teve essa oportunidade de estar presente, será no dia 5 de Agosto, no Restaurante Cascatinha a partir das 19,30 horas. Esse encontro é para todos, indistintamente, de profissão, credo e política. Vale a pena. Venham.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
A torcida sempre acreditou. Viva o Galo Mineiro!
A vitória do time atleticano na noite de ontem, quando enfrentou o Paisandú pela Copa do Brasil, não foi construída pela técnica, isso é uma verdade, mas por luta e determinação. Se em outras partidas foi injustiçado no placar, mesmo que tivesse jogado melhor que seus adversários, nesse jogo em que ganhou (2×1) do time do norte brasileiro, pelo menos teve a vantagem de prosseguir neste certame. Quanto a leitura da partida, vi uma equipe nervosa pela responsabilidade de não fraquejar em casa, sobretudo, por erros grotescos na marcação no setor intermediário. Para quem pedia, urgentemente, uma vitória, as teve, mas com reflexos de pouca técnica.
Diz um ditado que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Portanto, o ditado foi para as cucuias, pois, o goleiro do Galo Mineiro, Victor, por três vezes seguidas, nesta conquista da Libertadores de América, defendeu penalidades máximas. Até o azar que carregava o técnico, Cuca, também foi para o brejo. Supertições não faltaram nesse encontro dos mineiros contra os paraguaios do Olímpia, afinal, o “possesso” presidente do Galo, Alexandre Kallil, só não foi a vias de fato com a CBF e Conmebol, por pouco, sobretudo, pela mudança do local do jogo. Como o time atleticano vinha de forma invicta atuando compactado com sua torcida, no Estádio Independência, não queria de maneira alguma levar a partida para o Estádio do Mineirão. Claro, agora entendendo a bobeira, não só a conquista veio como estabeleceu-se um recorde de arrecadação no futebol brasileiro. A valor arrecadado girou em torno de 15 milhões.
Com disputas a parte, Copa do Brasil e a chegada da Sulamericana, o certo é que tira o brilho do campeonato brasileiro, pois esse vai se arrastando. É só pesquisarem os públicos presentes nos estádios. Chega ao ridículo. A importância dado aos jogos internacionais é natural que desperta aos dirigentes, uma conotação melhor no aspecto financeiro, pois só de exemplo, com a passagem de mais um degrau na Copa do Brasil, o Atlético Paranaense abiscoitou 500 mil reais limpos.
O “poderoso” São Paulo Futebol Clube, de tantos títulos nacionais e internacionais, vai caminhando de mal a pior. Fosse o problema só na ordem técnica com um elenco que ainda não se ajustou, ainda assim, o futebol muda a cada dia. Mas, a situação é pior pela política sorrateira que acontece na agremiação. E não é só pela oposição, afinal, a conclusão é que também a situação erra por não querer entender esse processo de renovação.
Na base do improviso, as emissoras de televisão que participaram na transmissão do jogo do Atlético Mineiro e Olimpia, tiveram um custo a mais devido a necessidade de instalarem seus equipamentos em uma área restrita aos camarotes. O custo girou em torno de 15 mil reais para cada estação.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Diz um ditado que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Portanto, o ditado foi para as cucuias, pois, o goleiro do Galo Mineiro, Victor, por três vezes seguidas, nesta conquista da Libertadores de América, defendeu penalidades máximas. Até o azar que carregava o técnico, Cuca, também foi para o brejo. Supertições não faltaram nesse encontro dos mineiros contra os paraguaios do Olímpia, afinal, o “possesso” presidente do Galo, Alexandre Kallil, só não foi a vias de fato com a CBF e Conmebol, por pouco, sobretudo, pela mudança do local do jogo. Como o time atleticano vinha de forma invicta atuando compactado com sua torcida, no Estádio Independência, não queria de maneira alguma levar a partida para o Estádio do Mineirão. Claro, agora entendendo a bobeira, não só a conquista veio como estabeleceu-se um recorde de arrecadação no futebol brasileiro. A valor arrecadado girou em torno de 15 milhões.
Com disputas a parte, Copa do Brasil e a chegada da Sulamericana, o certo é que tira o brilho do campeonato brasileiro, pois esse vai se arrastando. É só pesquisarem os públicos presentes nos estádios. Chega ao ridículo. A importância dado aos jogos internacionais é natural que desperta aos dirigentes, uma conotação melhor no aspecto financeiro, pois só de exemplo, com a passagem de mais um degrau na Copa do Brasil, o Atlético Paranaense abiscoitou 500 mil reais limpos.
O “poderoso” São Paulo Futebol Clube, de tantos títulos nacionais e internacionais, vai caminhando de mal a pior. Fosse o problema só na ordem técnica com um elenco que ainda não se ajustou, ainda assim, o futebol muda a cada dia. Mas, a situação é pior pela política sorrateira que acontece na agremiação. E não é só pela oposição, afinal, a conclusão é que também a situação erra por não querer entender esse processo de renovação.
Na base do improviso, as emissoras de televisão que participaram na transmissão do jogo do Atlético Mineiro e Olimpia, tiveram um custo a mais devido a necessidade de instalarem seus equipamentos em uma área restrita aos camarotes. O custo girou em torno de 15 mil reais para cada estação.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
terça-feira, 23 de julho de 2013
Neve de 1975. Uma surpresa agradável.
Foi no dia 17 de Julho de 1975. Morando na Rua João Negrão, nesta época estava iniciando a minha carreira na Rádio Cultura onde seu estúdio localizava-se no prédio da esquina das ruas, José Loureiro com a Barão do Rio Branco. Nestes 150 metros, até chegar a emissora, lembro-me que até portava um guarda chuva aberto, mas, a sensação era esquisita pela baixa temperatura e flocos caindo a minha frente. O programa que participava, Viva o Futebol, no qual tinha uma expressiva audiência, era comandado pelo hoje Secretário Especial da Copa do Mundo, Mário Celso Cunha, e ao meu lado o especialista no futebol, Borba Filho. Para quem não sabe, principalmente esta geração, o Mário Celso fazia uma comunicação bem alegre, ainda mais quando tinha em mãos sua inseparável corneta que agitava até em jogos do Atletiba. Pois bem. Quando cheguei ao estúdio, estava ele na janela empunhando um microfone numa mão e a corneta na outra gritando para que todos acordassem, pois, estava nevando em Curitiba.
Nenhuma dúvida quanto a essa emoção. O centro da cidade ficou um alvoroço onde as pessoas buscavam comprar rolos de filmes para suas máquinas fotográficas. A demanda foi tão grande que em pouco tempo ninguém encontrava mais o produto no território. Era tanta a neve que muitos usaram suas criatividades, e o que mais ví foram carros parados e bonecos criados na densidade da neve. A qualquer que fosse o motivo era um pedindo a outro para “sacar” fotos das famílias unidas e penduradas em registrarem aquele fato histórico. Casas com seus jardins esverdeados, então, um prato cheio para um sorriso eternizado pelo momento. Como não se tinha uma tecnologia tão avançada, como nos dias de hoje, as lojas específicas mandavam revelar aqueles milhares de rolos com demora de pelo menos uma semana. Tal não era o desespero de aguardarem, afinal, imaginem se algum problema viesse acontecer. Quem viveu esse momento jamais esquecerá. Foi um dia diferente, isso é incontestável.
O povo brasileiro de braços abertos soube como recepcionar o Papa Francisco, pois, desde o momento de sua chegada ao Aeroporto do Galeão, o aplaudiu e o seguiu às ruas da cidade do Rio de Janeiro. Demonstração de carinho e fé à Sua Santidade, neste momento de crise em nosso país, a sua forma humilde de apresentação poderá alavancar as esperanças da nosso continente. Me faz bem sentir que a nossa nação volta a praticar um exemplo, principalmente, aos políticos que acima de tudo de entenderem e agirem com decência, afinal, o poder emana do povo.
Enquanto isso, muitas cidades foram brindadas. Aqui, no Estado do Paraná, há um registro que mais de 10 municípios tiveram a chegada nesta madrugada fria da neve. A região da cidade de Guarapuava foi a mais intensa. Até em Ponta Grossa. Neste momento, em Curitiba, faz 1 grau positivo, e a galera continua na espera da beleza da natureza. Hoje, de forma mais moderna, não faltarão as super máquinas fotográficas, celulares, etc...
Como o futebol é pródigo em notícias, pelo menos nessas 48 horas, as atenções estarão voltadas ao Papa Francisco e a neve no sul do Brasil. Sobrou, então, a espectativa do Galo Mineiro ganhar do Olímpia do Paraguai que acontecerá amanhã no Mineirão.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Nenhuma dúvida quanto a essa emoção. O centro da cidade ficou um alvoroço onde as pessoas buscavam comprar rolos de filmes para suas máquinas fotográficas. A demanda foi tão grande que em pouco tempo ninguém encontrava mais o produto no território. Era tanta a neve que muitos usaram suas criatividades, e o que mais ví foram carros parados e bonecos criados na densidade da neve. A qualquer que fosse o motivo era um pedindo a outro para “sacar” fotos das famílias unidas e penduradas em registrarem aquele fato histórico. Casas com seus jardins esverdeados, então, um prato cheio para um sorriso eternizado pelo momento. Como não se tinha uma tecnologia tão avançada, como nos dias de hoje, as lojas específicas mandavam revelar aqueles milhares de rolos com demora de pelo menos uma semana. Tal não era o desespero de aguardarem, afinal, imaginem se algum problema viesse acontecer. Quem viveu esse momento jamais esquecerá. Foi um dia diferente, isso é incontestável.
O povo brasileiro de braços abertos soube como recepcionar o Papa Francisco, pois, desde o momento de sua chegada ao Aeroporto do Galeão, o aplaudiu e o seguiu às ruas da cidade do Rio de Janeiro. Demonstração de carinho e fé à Sua Santidade, neste momento de crise em nosso país, a sua forma humilde de apresentação poderá alavancar as esperanças da nosso continente. Me faz bem sentir que a nossa nação volta a praticar um exemplo, principalmente, aos políticos que acima de tudo de entenderem e agirem com decência, afinal, o poder emana do povo.
Enquanto isso, muitas cidades foram brindadas. Aqui, no Estado do Paraná, há um registro que mais de 10 municípios tiveram a chegada nesta madrugada fria da neve. A região da cidade de Guarapuava foi a mais intensa. Até em Ponta Grossa. Neste momento, em Curitiba, faz 1 grau positivo, e a galera continua na espera da beleza da natureza. Hoje, de forma mais moderna, não faltarão as super máquinas fotográficas, celulares, etc...
Como o futebol é pródigo em notícias, pelo menos nessas 48 horas, as atenções estarão voltadas ao Papa Francisco e a neve no sul do Brasil. Sobrou, então, a espectativa do Galo Mineiro ganhar do Olímpia do Paraguai que acontecerá amanhã no Mineirão.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
A gangorra de um certame longo.
Dar paciência ao tempo, é o que os mais exigentes torcedores do Atlético devem ter, pois, é visível que a equipe vem se portando bem nos jogos, e incrivelmente, não encontra a devida sorte nas finalizações. Isso tem acontecido de forma constante. Ontem, mais uma vez aconteceu, afinal, foi superior ao time do Corinthians o tempo todo, time esse que sofreu muito para sair com um empate, em Vila Capanema. Não coloco nenhuma dúvida quanto a chuva que caiu, intermitentemente, na tarde deste domingo, em Curitiba, que tenha prejudicado o espetáculo. Agora, melhor adaptado ao gramado e com boa resistência física, diria não fosse o goleiro Cassius e o zagueiro Paulo André, com atuações destacadas, o Timão poderia estar amargando uma derrota.
A idéia tática do técnico ,Vagner Mancini, acabou dando certo por suas mexidas na equipe. Vamos lá. Ao colocar o meia criativo, Paulo Baier, que ontem mostrou sua capacidade até debaixo d'água, postou dois volantes de contenção, Bruno Silva e Juninho, com apoio sempre constante do Everton ao fortalecer o meio campo e a frente, dispôs com isso de dois atacantes, Marcelo e Marcão, que acabaram fazendo uma boa partida. Com isso vi um time bem equilibrado e sempre buscando o gol. Na verdade o time corinthiano ficou totalmente encaixotado, sobrando tendo uma única jogada ao ataque com aquela bola comprida vinda de sua zaga. Portanto, nessas últimas 3 partidas, Grêmio, Coritiba e Corinthians, notei uma superioridade do Furacão, que voltará a campo nesta 4ª feira para jogar contra o Paisandú, valendo Copa do Brasil.
Com a disposição física que tem o grupo de jogadores, mostrando estar sempre melhor do que os seus adversários em campo, caí por terra que houve um erro da diretoria atleticana, em não ter colocado em campo os titulares no pobre campeonato paranaense. Outra coisa é dizer que falta entrosamento. Brincadeira, afinal, qual o time que joga, permanentemente, com os seus considerados titulares. Afirmação minha, sobretudo, quando analiso um campeonato longo, é que uma vitória nessas circunstâncias deve ser entendida como cética, como da mesma forma, usar de muita frieza numa derrota. Segue o baile.
Quem se lembra de anos atrás, quando ainda estava na direção do Palmeiras o técnico, Muricy Ramalho, fica no lado cético das vitórias. Naquele certame o time de Palestra Itália chegou a estar mais de 10 pontos a frente dos seus adversários. E o que aconteceu? Acabou perdendo o Campeonato. Portanto, o atual campeonato brasileiro é uma gangorra sem fim. Quem está na frente, com certeza cairá mais a frente. Podem ter certeza que equipes como a do Vasco da Gama, Fluminense, São Paulo, Flamengo e o próprio Atlético, vão ganhar seus pontos no futuro. Não se deve precipitar, pois, cada clube com seus objetivos. Para alguns estar na 1ª Divisão do Brasileirão é um grande negócio.
Duas situações bem visíveis estão acontecendo no futebol brasileiro. Uma delas é quanto a enxurrada de jogadores sulamericanos que vem tomando conta do futebol canarinho. Outra delas, diz respeito a alguns jogadores considerados “veteranos”, que estão jogando muito. Zé Roberto, Alex, Juan, Seedorff, Forlan, só de passagem.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
A idéia tática do técnico ,Vagner Mancini, acabou dando certo por suas mexidas na equipe. Vamos lá. Ao colocar o meia criativo, Paulo Baier, que ontem mostrou sua capacidade até debaixo d'água, postou dois volantes de contenção, Bruno Silva e Juninho, com apoio sempre constante do Everton ao fortalecer o meio campo e a frente, dispôs com isso de dois atacantes, Marcelo e Marcão, que acabaram fazendo uma boa partida. Com isso vi um time bem equilibrado e sempre buscando o gol. Na verdade o time corinthiano ficou totalmente encaixotado, sobrando tendo uma única jogada ao ataque com aquela bola comprida vinda de sua zaga. Portanto, nessas últimas 3 partidas, Grêmio, Coritiba e Corinthians, notei uma superioridade do Furacão, que voltará a campo nesta 4ª feira para jogar contra o Paisandú, valendo Copa do Brasil.
Com a disposição física que tem o grupo de jogadores, mostrando estar sempre melhor do que os seus adversários em campo, caí por terra que houve um erro da diretoria atleticana, em não ter colocado em campo os titulares no pobre campeonato paranaense. Outra coisa é dizer que falta entrosamento. Brincadeira, afinal, qual o time que joga, permanentemente, com os seus considerados titulares. Afirmação minha, sobretudo, quando analiso um campeonato longo, é que uma vitória nessas circunstâncias deve ser entendida como cética, como da mesma forma, usar de muita frieza numa derrota. Segue o baile.
Quem se lembra de anos atrás, quando ainda estava na direção do Palmeiras o técnico, Muricy Ramalho, fica no lado cético das vitórias. Naquele certame o time de Palestra Itália chegou a estar mais de 10 pontos a frente dos seus adversários. E o que aconteceu? Acabou perdendo o Campeonato. Portanto, o atual campeonato brasileiro é uma gangorra sem fim. Quem está na frente, com certeza cairá mais a frente. Podem ter certeza que equipes como a do Vasco da Gama, Fluminense, São Paulo, Flamengo e o próprio Atlético, vão ganhar seus pontos no futuro. Não se deve precipitar, pois, cada clube com seus objetivos. Para alguns estar na 1ª Divisão do Brasileirão é um grande negócio.
Duas situações bem visíveis estão acontecendo no futebol brasileiro. Uma delas é quanto a enxurrada de jogadores sulamericanos que vem tomando conta do futebol canarinho. Outra delas, diz respeito a alguns jogadores considerados “veteranos”, que estão jogando muito. Zé Roberto, Alex, Juan, Seedorff, Forlan, só de passagem.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Atlético adianta sua classificação.
É indiscutível que o time do Galo Mineiro vem caindo de produção, diria até a ponto de colocar dúvidas, ao seu torcedor e na própria mídia esportiva nacional. Não é de hoje que a equipe do técnico Cuca vem galgando espaços dando a impressão que está carregando um navio nas costas. Parece que o time virou o pavio, e isso foi demonstrado na partida, de ontem em Assunção, quando o time jogou abaixo da crítica, a ponto do seu melhor jogador, Ronaldinho Gaúcho, ser sacado uns 30 minutos antes do final do jogo. É natural que esteja acontecendo, pois, a pressão interna queira ou não é buscar esse título internacional, no peito e na raça. Como o time vem vivendo emoções jogo a jogo, afinal, disputar classificação em penalidades máximas, isso tem cansado o elenco. E olha, que só esperar pelo goleiro Victor, um salvador da pátria constante, será um perigo.
O Furacão com o resultado, em Belém/Pará em (0×0), adiantou sua classificação nesta Copa do Brasil. A estréia do técnico Vagner Mancini no comando da equipe, foi muito mais de atenção ao esquema defensivo, sobretudo, porque o time vinha tomando gols seguidamente. Agora, no domingo, pelo Brasileirão/2013, vai pegar o melhor elenco brasileiro, Corinthians, em Vila Capanema, que ainda ontem, no Pacaembú, ganhou mais um título, o da Recopa. O resultado em cima do Tricolor do Morumbi (2×0), prova o grande momento da equipe que vem sendo dirigida de forma brilhante pelo Tite, o melhor técnico brasileiro de momento.
Não sei o que pensa a diretoria do Coritiba ao “encaminhar” a venda do jogador criado na base, William(Ciborg), que anda muito magoado por estar fora da equipe. Lembro quando estava jogando no meio campo, Leandro Donizetti, comentei por vezes que o William seria a melhor solução. O rapaz foi embora para o Galo Mineiro e William passou a ser o titular. Agora de uns tempos a essa parte, o William está sendo desprestigiado pelo atual técnico do clube, que na minha opinião, anda muito “empolgado” com Júnior Urso. O que deve estar acontecendo é que o garoto poderá ser negociado com futebol exterior. É isso, afinal, a necessidade do dinheiro está falando mais alto.
Não entendi a queda de rendimento coletivo do Paraná Clube, que nesta última partida realizada contra o Avaí, vinha ganhando no 1º tempo por dois gols a zero, com extrema facilidade. Na verdade o técnico adversário fez boas alterações para a etapa complementar, sim, mas, não era para tanto com o Tricolor da Vila dar campo a equipe de Santa Catarina a empatar o jogo. Amanhã voltará a campo para enfrentar o América Mineiro. É fundamental a soma de 3 pontos, afinal, vai jogar em casa.
Continuo na espreita, em relação aos técnicos de futebol que se acostumaram a ganhar altos salários. Ainda sem clubes, Luxemburgo e Muricy. O slogan da campanha é baixar ou ficar sem trabalho. Ainda fora do cenário estão Joel Santana e Celso Roth, aliás, esses são considerados mais baratos. A tendência é o técnico ganhar menos e fim de papo. Não sou contra não, agora olhando administração falida do nosso futebol, é um crime de extorsão o clube pagar valores altíssimos.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
O Furacão com o resultado, em Belém/Pará em (0×0), adiantou sua classificação nesta Copa do Brasil. A estréia do técnico Vagner Mancini no comando da equipe, foi muito mais de atenção ao esquema defensivo, sobretudo, porque o time vinha tomando gols seguidamente. Agora, no domingo, pelo Brasileirão/2013, vai pegar o melhor elenco brasileiro, Corinthians, em Vila Capanema, que ainda ontem, no Pacaembú, ganhou mais um título, o da Recopa. O resultado em cima do Tricolor do Morumbi (2×0), prova o grande momento da equipe que vem sendo dirigida de forma brilhante pelo Tite, o melhor técnico brasileiro de momento.
Não sei o que pensa a diretoria do Coritiba ao “encaminhar” a venda do jogador criado na base, William(Ciborg), que anda muito magoado por estar fora da equipe. Lembro quando estava jogando no meio campo, Leandro Donizetti, comentei por vezes que o William seria a melhor solução. O rapaz foi embora para o Galo Mineiro e William passou a ser o titular. Agora de uns tempos a essa parte, o William está sendo desprestigiado pelo atual técnico do clube, que na minha opinião, anda muito “empolgado” com Júnior Urso. O que deve estar acontecendo é que o garoto poderá ser negociado com futebol exterior. É isso, afinal, a necessidade do dinheiro está falando mais alto.
Não entendi a queda de rendimento coletivo do Paraná Clube, que nesta última partida realizada contra o Avaí, vinha ganhando no 1º tempo por dois gols a zero, com extrema facilidade. Na verdade o técnico adversário fez boas alterações para a etapa complementar, sim, mas, não era para tanto com o Tricolor da Vila dar campo a equipe de Santa Catarina a empatar o jogo. Amanhã voltará a campo para enfrentar o América Mineiro. É fundamental a soma de 3 pontos, afinal, vai jogar em casa.
Continuo na espreita, em relação aos técnicos de futebol que se acostumaram a ganhar altos salários. Ainda sem clubes, Luxemburgo e Muricy. O slogan da campanha é baixar ou ficar sem trabalho. Ainda fora do cenário estão Joel Santana e Celso Roth, aliás, esses são considerados mais baratos. A tendência é o técnico ganhar menos e fim de papo. Não sou contra não, agora olhando administração falida do nosso futebol, é um crime de extorsão o clube pagar valores altíssimos.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Conduta desleal.
Nunca deu ou dará certo um dirigente que convive tempos no clube que ao deixá-lo se atira contra tudo e a todos, principalmente, querer estabelecer normas de conduta e contrariando aqueles que lhe deram guarida, sobretudo, porque poucos o conheciam no mercado esportivo. Esse é o caso do ex-diretor atleticano, João Alfredo, que convivia na mesma trincheira, e logo após o clássico de domingo se aproveitou de espaços generosos da mídia esportiva local, falou cobras e lagartos contra o Presidente Mário Celso Petráglia, o chamando de exclusivista e autoritário. Se já não bastasse querer dizer o que entendia estar errado no clube, foi logo desaprovando a contratação do técnico, Vagner Mancini, e com isso atiçar mais ainda o torcedor contra o clube por falta de bons resultados. Agora, o que mais estranhou foi afirmar que fará um oposição sistemática contra os atuais dirigentes, se lançando candidato ao pleito de 2014. Até lá, minha gente, o Estádio Arena estará inaugurado para a Copa do Mundo e o clube terá em torno de 35 mil sócios . Ser candidato dele mesmo é uma fria.
Acredito que o delegado, Antônio Lopes, hoje exercendo um cargo de confiança da diretoria atleticana, deva estar muito aborrecido com a conduta desse dirigente, que praticamente pregou sua cabeça de profissional dizendo estar sem autoridade na função de Diretor Esportivo do Clube. Para quem conhece, o Lopes, sabe muito que não é da sua personalidade aceitar contrariedades. Portanto, não é assim que uma pessoa mostra gostar do clube ao alimentar discórdia se achando a última bolacha do pacote. No futebol como na vida as coisas passam.
Jogar tudo o que pode e mais um pouco, o Galo Mineiro Vingador, já chegou com muita antecedência em terras paraguaias. A partida é decisiva em todos os sentidos e significados, afinal nessa história bonita desse clube, nunca esteve tão próximo a conquista de um título internacional. Não é pouco não, sobretudo, porque essa Libertadores de América o levará à estar na disputa do Mundial de Clubes. De outra parte, preconizo que o seu adversário (Olímpia) terá sua única chance no resultado desta noite, pois, ganhar depois em Belo Horizonte não será uma tarefa fácil. Pode ser que esteja enganado, mas o New Old Boys da Argentina, mostrou ser mais time do que será o Olímpia, em Defensores Del Chaco. Em todo caso é bom salientar que estamos falando de futebol.
Em minha andança pelo futebol brasileiro, já contei que estive jogador do Atlético Mineiro, isso foi em 1968, emprestado pelo XV de Novembro de Piracicaba, oportunidade que vi o significado de sua torcida. Foi uma época de vacas magras, pois, o seu ferrenho adversário, o Cruzeiro das Alterosas, estava com aquele baita time composto por jogadores excepcionais, como Dirceu Lopes, Tostão, Piazza, Raul, Evaldo, Zé Carlos e outros mais. Com isso fui conhecendo um pouco do clube, que tinha sua sede e um campo surrado para treinamentos, no bairro de Lourdes. Longe de se imaginar naquele momento, com o que o clube tem nos dias de hoje ao contar com uma sede maravilhosa e muitos sócios participantes, encontrar na figura do polêmico, mas, muito eficaz dirigente, Alexandre Kallil, que vislumbrou intensamente em chegar no ápice com esse título para o clube.
Dois profissionais paranaenses estão nessa parada. Como aqui pouco se dá o devido valor, não se pode esquecer que o técnico Cuca e o Professor Carlinhos Neves, são os baluartes dessa Comissão Técncia Atleticana. Se já não bastasse a simpatia que tenho pelo Galo, pela atenção que tive como jogador da época, soma-se a presença desses competentes profissionais. A emoção será grande para o Cuca que está atrás de uma conquista algum tempo. Como sempre chegou e não levou, acho que o momento é agora. Sorte ao Cuca e ao Carlinhos.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Acredito que o delegado, Antônio Lopes, hoje exercendo um cargo de confiança da diretoria atleticana, deva estar muito aborrecido com a conduta desse dirigente, que praticamente pregou sua cabeça de profissional dizendo estar sem autoridade na função de Diretor Esportivo do Clube. Para quem conhece, o Lopes, sabe muito que não é da sua personalidade aceitar contrariedades. Portanto, não é assim que uma pessoa mostra gostar do clube ao alimentar discórdia se achando a última bolacha do pacote. No futebol como na vida as coisas passam.
Jogar tudo o que pode e mais um pouco, o Galo Mineiro Vingador, já chegou com muita antecedência em terras paraguaias. A partida é decisiva em todos os sentidos e significados, afinal nessa história bonita desse clube, nunca esteve tão próximo a conquista de um título internacional. Não é pouco não, sobretudo, porque essa Libertadores de América o levará à estar na disputa do Mundial de Clubes. De outra parte, preconizo que o seu adversário (Olímpia) terá sua única chance no resultado desta noite, pois, ganhar depois em Belo Horizonte não será uma tarefa fácil. Pode ser que esteja enganado, mas o New Old Boys da Argentina, mostrou ser mais time do que será o Olímpia, em Defensores Del Chaco. Em todo caso é bom salientar que estamos falando de futebol.
Em minha andança pelo futebol brasileiro, já contei que estive jogador do Atlético Mineiro, isso foi em 1968, emprestado pelo XV de Novembro de Piracicaba, oportunidade que vi o significado de sua torcida. Foi uma época de vacas magras, pois, o seu ferrenho adversário, o Cruzeiro das Alterosas, estava com aquele baita time composto por jogadores excepcionais, como Dirceu Lopes, Tostão, Piazza, Raul, Evaldo, Zé Carlos e outros mais. Com isso fui conhecendo um pouco do clube, que tinha sua sede e um campo surrado para treinamentos, no bairro de Lourdes. Longe de se imaginar naquele momento, com o que o clube tem nos dias de hoje ao contar com uma sede maravilhosa e muitos sócios participantes, encontrar na figura do polêmico, mas, muito eficaz dirigente, Alexandre Kallil, que vislumbrou intensamente em chegar no ápice com esse título para o clube.
Dois profissionais paranaenses estão nessa parada. Como aqui pouco se dá o devido valor, não se pode esquecer que o técnico Cuca e o Professor Carlinhos Neves, são os baluartes dessa Comissão Técncia Atleticana. Se já não bastasse a simpatia que tenho pelo Galo, pela atenção que tive como jogador da época, soma-se a presença desses competentes profissionais. A emoção será grande para o Cuca que está atrás de uma conquista algum tempo. Como sempre chegou e não levou, acho que o momento é agora. Sorte ao Cuca e ao Carlinhos.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Clássico sem emoção.
É difícil esperar um jogo tecnicamente bem jogado se no campo não se tem excelentes jogadores. Com isso os dois técnicos, Marquinhos Santos e Alberto Valentim, se esmeraram no conceito tático e esbarraram na briga de meia cancha. Com o problema cronico que vem existindo na defesa do Furacão, que é seu lado esquerdo de marcação com as constantes irregularidades do jogador Pedro Botelho, o interino técnico atleticano, Alberto, entrou prudente no jogo ao encorpar mais o time no setor de meia cancha. Cobriu a cabeça e descobriu os pés, ou seja, a peça melhor que o Atlético vem tendo de destaque no certame brasileiro que é seu ataque, esse ficou capenga. Analisando o lado do Coritiba, o que se viu foi um time moroso o tempo todo sem desenvolver muita coragem para para o atacante. Começando de forma errada com um atacante que não vinha jogando algum tempo, Everton Costa, foi peça fácil de ser marcado. nem com o significado de tero Alex em campo, que viveu somente na jogada do gol que originou o gol do verdão, a verdade é que o clássico foi abaixo da crítica. Pior ainda, quando o atacante do Furacão, Marcão, desperdiço o gol de empate na frente do goleiro Wanderley. Portanto, nem tanto ao céu com o Coritiba e o inferno com o Atlético. O campeonato só está no começo e com a falta da técnica muitos vitórias e derrotas acontecerão.
Uma coisa que variavelmente tem acontecido e com o jogador alagoano, Geraldo, que em todas as partidas que entrou contra o Furacão fez gols salvadores. A, de ontem, mais uma vez se verificou, e olha que a bola que o meia Robinho tentou chutar no gol ele ia para fora. Passou, então, o Geraldo, a ser o talismã deste clássico paranaense. Em compensação em outros jogos, a galera chega a dar risada das atrapalhadas.
Dando sequência a Copa do Brasil, o time atleticano estará viajando no dia de hoje para a cidade de Belém/Pará. O jogo será na próxima 4ª feira contra o Paysandú, no bonito estádio do Mangueirão. Para essa partida o time atleticano terá a presença do técnico contratado, Wagner Mancini, que acompanhou o jogo, de ontem, no Estádio Couto Pereira. Fica agora a dúvida de qual comportamento a tomar para os jogos seguintes, se aquele adotado pelo interino, Alberto Valentim, protegendo mais seu time ou se mandar a frente em utilizar o meia Felipe, que muita falta fez no clássico.
Quando os resultados não chegam a contento, engraçado é que aparecem dirigentes que se arvoram em condenar administrações clubísticas, como fosse ele o maior do mundo. Essas figuras de plantão devem acima de tudo ter a consciência que o clube é maior do que todos. Se não está contente, espere pela próxima eleição e coloque seu nome a prêmio. Já vi esse processo acontecer no Coritiba, em 2007, com aqueles que se intitulavam oposição, e quando chegaram ao poder, foi um Deus nos Acuda. Até hoje o clube vem arcando com essas consequências. O mais interessante é que passaram e ninguém se lembra mais dos “caras”.
A diretoria do Santos está dando mostras de que não vale a pena gastar com medalhões. Depois do jogador Neymar, outros já estão se mandando, como nos casos do goleiro Rafael e o meia Felipe Anderson. Arrumando o caixa com o propósito de construir seu estádio, possivelmente, em Cubatão, o time peixeiro vive os altos e baixos, pois a dias atrás empatou com o fraco time do CRAC, para no final de semana golear a Portuguesa de Desportos (4×1).
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Uma coisa que variavelmente tem acontecido e com o jogador alagoano, Geraldo, que em todas as partidas que entrou contra o Furacão fez gols salvadores. A, de ontem, mais uma vez se verificou, e olha que a bola que o meia Robinho tentou chutar no gol ele ia para fora. Passou, então, o Geraldo, a ser o talismã deste clássico paranaense. Em compensação em outros jogos, a galera chega a dar risada das atrapalhadas.
Dando sequência a Copa do Brasil, o time atleticano estará viajando no dia de hoje para a cidade de Belém/Pará. O jogo será na próxima 4ª feira contra o Paysandú, no bonito estádio do Mangueirão. Para essa partida o time atleticano terá a presença do técnico contratado, Wagner Mancini, que acompanhou o jogo, de ontem, no Estádio Couto Pereira. Fica agora a dúvida de qual comportamento a tomar para os jogos seguintes, se aquele adotado pelo interino, Alberto Valentim, protegendo mais seu time ou se mandar a frente em utilizar o meia Felipe, que muita falta fez no clássico.
Quando os resultados não chegam a contento, engraçado é que aparecem dirigentes que se arvoram em condenar administrações clubísticas, como fosse ele o maior do mundo. Essas figuras de plantão devem acima de tudo ter a consciência que o clube é maior do que todos. Se não está contente, espere pela próxima eleição e coloque seu nome a prêmio. Já vi esse processo acontecer no Coritiba, em 2007, com aqueles que se intitulavam oposição, e quando chegaram ao poder, foi um Deus nos Acuda. Até hoje o clube vem arcando com essas consequências. O mais interessante é que passaram e ninguém se lembra mais dos “caras”.
A diretoria do Santos está dando mostras de que não vale a pena gastar com medalhões. Depois do jogador Neymar, outros já estão se mandando, como nos casos do goleiro Rafael e o meia Felipe Anderson. Arrumando o caixa com o propósito de construir seu estádio, possivelmente, em Cubatão, o time peixeiro vive os altos e baixos, pois a dias atrás empatou com o fraco time do CRAC, para no final de semana golear a Portuguesa de Desportos (4×1).
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Atletiba passou a ter outros valores.
Nunca foi e jamais será um jogo comum o clássico histórico do nosso Estado. Esse é o caso do famoso, Atletiba, que mais uma vez toma conta do cenário esportivo, principalmente, dos torcedores mais fanáticos. Com o tamanho dessa importância, claro, existe um farto histórico no passado e que teimosamente vai se atualizando na tentativa de salva guardar os futuros clássicos dessa magnitude, traz questínculas, por exemplo, uma necessidade que alguns tem comentar com antecedência qual melhor equipe melhor do momento. Burrice, desculpe a força de expressão, querer buscar argumentos para um jogo, que exemplos já deu no passado, pois, nem sempre o time que chega melhor vence esse jogo.
Como jogador de futebol , e participativo na década de 1970, sei muito bem o significado deste clássico. Vem a memória as tantas vezes que o povo curitibano respirava o jogo, sobretudo, ao longo da semana. O interesse dos desportistas era chegar o domingo para se encaminharem ao famoso Estádio Belfort Duarte. Eram famílias coxas e atleticanas, que misturadas faziam uma festa de encher os olhos, engalanando com antecedência o espetáculo que estava por começar, numa demostração de sentimento maravilhoso. Para aqueles que hoje não sabem, não havia preocupação de atos de vandalismo, e o muito é que os torcedores eram divididos por uma corda. As facções ETA (Esquadrão da Torcida Atleticana0 e MUC (Movimento Unido Coritiba) faziam as suas partes festivas. Saudades desse tempo. No espetáculo grandes jogadores, de um lado como outro, eram seus ídolos que mostravam reciprocidade em sempre respeitarem seus torcedores. Para quem esteve presente, em muitos desses jogos, o que tenho a dizer é o privilégio de ter vivido esses momentos que me trazem muitas saudades.
Os clubes não tendo mais hoje, a necessidade de ganharem um título estadual para participarem do importante Campeonato Brasileiro, afinal, já adquiriram suas cadeiras (o número é de 20 participantes), de certa forma esfriou o conservadorismo. Atletiba é um assunto à parte, diria que sim, mas, que não vejo tanto aquela necessidade de extrapolar modificações em caso de derrota, isso com certeza é uma verdade, afinal, não é mais por um mal resultado que os dirigentes das equipes mudarão seus planejamentos e conceitos.
Como sempre há de ter uma polêmica, essa indicação do árbitro para esse jogo passou a ser o bode expiatório. O torcedor não esquece, ainda mais aquele que abrange o assunto, pela força da rivalidade. A notícia se espalhou intensamente, por ter sido esse o “assoprador” da partida entre o Londrina e Coritiba, e que valia o título do 1º turno, onde se discute até hoje alguns lances de penalidades máximas que “sua senhoria” não registrou. A opinião daqueles que estiveram no Estádio do Café é que no mínimo o árbitro foi contra as 17 regras estabelecidas no livro de arbitragem.
Voltando ao assunto na questão de valores pagos a técnicos de futebol, como pensei, parece ser um indicativo para Luxemburgo e Muricy, que nenhum clube sério vai dispor dessas quantias altíssimas. Num futuro bem próximo, a agremiação que optar por mais inteligência fatalmente irá investir, corretamente, em sua categoria de base. O equilíbrio financeiro está nessa proposta.
Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.
Como jogador de futebol , e participativo na década de 1970, sei muito bem o significado deste clássico. Vem a memória as tantas vezes que o povo curitibano respirava o jogo, sobretudo, ao longo da semana. O interesse dos desportistas era chegar o domingo para se encaminharem ao famoso Estádio Belfort Duarte. Eram famílias coxas e atleticanas, que misturadas faziam uma festa de encher os olhos, engalanando com antecedência o espetáculo que estava por começar, numa demostração de sentimento maravilhoso. Para aqueles que hoje não sabem, não havia preocupação de atos de vandalismo, e o muito é que os torcedores eram divididos por uma corda. As facções ETA (Esquadrão da Torcida Atleticana0 e MUC (Movimento Unido Coritiba) faziam as suas partes festivas. Saudades desse tempo. No espetáculo grandes jogadores, de um lado como outro, eram seus ídolos que mostravam reciprocidade em sempre respeitarem seus torcedores. Para quem esteve presente, em muitos desses jogos, o que tenho a dizer é o privilégio de ter vivido esses momentos que me trazem muitas saudades.
Os clubes não tendo mais hoje, a necessidade de ganharem um título estadual para participarem do importante Campeonato Brasileiro, afinal, já adquiriram suas cadeiras (o número é de 20 participantes), de certa forma esfriou o conservadorismo. Atletiba é um assunto à parte, diria que sim, mas, que não vejo tanto aquela necessidade de extrapolar modificações em caso de derrota, isso com certeza é uma verdade, afinal, não é mais por um mal resultado que os dirigentes das equipes mudarão seus planejamentos e conceitos.
Como sempre há de ter uma polêmica, essa indicação do árbitro para esse jogo passou a ser o bode expiatório. O torcedor não esquece, ainda mais aquele que abrange o assunto, pela força da rivalidade. A notícia se espalhou intensamente, por ter sido esse o “assoprador” da partida entre o Londrina e Coritiba, e que valia o título do 1º turno, onde se discute até hoje alguns lances de penalidades máximas que “sua senhoria” não registrou. A opinião daqueles que estiveram no Estádio do Café é que no mínimo o árbitro foi contra as 17 regras estabelecidas no livro de arbitragem.
Voltando ao assunto na questão de valores pagos a técnicos de futebol, como pensei, parece ser um indicativo para Luxemburgo e Muricy, que nenhum clube sério vai dispor dessas quantias altíssimas. Num futuro bem próximo, a agremiação que optar por mais inteligência fatalmente irá investir, corretamente, em sua categoria de base. O equilíbrio financeiro está nessa proposta.
Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Comandar sem aceitar ingerência.
O jogo entre as equipes do Galo Mineiro e News Old Boys, ontem em Belo Horizonte, valendo a classificação à final da Libertadores de América, foi um teste para cardíaco. Que é aquilo. Um estádio totalmente lotado, gente chorando por todos os cantos quando o goleiro Victor, mais uma vez salvou a pátria, ao defender a última penalidade máxima, chutada pelo atacante argentino. Fazendo um resumo da ópera, o time mineiro vinha de uma derrota lá de Rosário(2×0), e teria que converter o resultado. Começou a partida e logo aos 3 minutos fez o 1º gol, jogada bonita do ataque mineiro resultando no gol do garoto Bernard. Até o final do jogo,várias foram as contusões e confusões, e uma séria com o goleiro argentino. Teve, inclusive, problemas com as luzes dos refletores do Estádio Independência. Tudo isso enervava a galera e os jogadores. Mas quis a providência e o dedo do técnico, Cuca, ao lançar nos últimos minutos do jogo, os atacantes, Alecsandro e Guilherme. E foi através do Guilherme,de fora da área fazer 0 2º gol e levar a decisão as penalidades máximas. A emoção é justificada, afinal, o Galo Mineiro chega pela 1ª vez com chances de conseguir um título inédito. Agora, que venha o time paraguaio do Olimpia.
Nas circunstâncias que vive o time São Paulino, ontem mais uma derrota e contra o time do Bahia, terá a chegada do técnico, Paulo Autuori, notícia que não surpreende à ninguém, pois, tudo estava convencionado já algum tempo. Só o ex-técnico, Ney Franco, não sabia da manobra, afinal, o estilo do presidente do Tricolor do Morumbi, Juvenal, nunca foi afeito a cordialidade e ética esportiva. Se no Vascão a coisa não caminhou, o Autuori saiba que o elenco do time do Morumbi também não está destas coisas. Outro time que anda mal das pernas, o Santos, sem a presença do seu Presidente Luís Álvaro, que anda hospitalizado algum tempo, vai de mal a pior. Os dirigentes que ficaram estão perdidos, pois, uma ala quer ficar com o técnico interino, Claudiney, e outras mudam de idéia. Com a saída do Neymar e Muricy, vai demorar para o ajuste do time peixeiro. Parece que o Santos perdeu a graça.
Fincado no futebol nesses muitos anos de vida, e tendo trabalhado com muitos dirigentes clubísticos como profissional, poderia elencar muitos deles. Cada um a sua maneira, sobretudo, alguns amáveis, outros solidários, mas na totalidade sem nenhum recurso no oficio de conhecer a prática do futebol. Pois bem. Agora, escalaria 3 personagens que nunca aceitaram ingerências em seus comandos. Um nos deixou, aquele que jamais será copiado, falo da figura carismática do ex-presidente do Coritiba, Evangelino Costa Neves. Histórias e títulos conquistados contaria aos montões com suas atitudes austeras. Conduzia o clube com mão forte e variavelmente tinha bons companheiros que o aceitavam na sua maneira de trato. Outro, sem sombra de dúvidas, Giovanni Gionédis, na base do pau e pau e pedra é pedra, quando pegou um Coritiba na condição de insolvência e revolucionou a administração do clube, mesmo que tenha vivido no clube com uma oposição bem sórdida.
Claro, que não poderia faltar o atual Presidente do Atlético, Mário Celso Petráglia, uma pessoa com atitudes duras e enérgicas, uma cabeça macro para chegar aos seus objetivos. Nada o tira de um caminho traçado, mesmo sabendo que contrariedades existam, sabendo que ser simpático a tudo e ser relevante. Mudar o conceito de administrar futebol no clube não tem sido uma tarefa fácil, mas, em contra partida serve de uma alavanca nos seus propósitos. Ingerência não tem sido obstáculo, pois, sabe que não o leva a lugar algum.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
Nas circunstâncias que vive o time São Paulino, ontem mais uma derrota e contra o time do Bahia, terá a chegada do técnico, Paulo Autuori, notícia que não surpreende à ninguém, pois, tudo estava convencionado já algum tempo. Só o ex-técnico, Ney Franco, não sabia da manobra, afinal, o estilo do presidente do Tricolor do Morumbi, Juvenal, nunca foi afeito a cordialidade e ética esportiva. Se no Vascão a coisa não caminhou, o Autuori saiba que o elenco do time do Morumbi também não está destas coisas. Outro time que anda mal das pernas, o Santos, sem a presença do seu Presidente Luís Álvaro, que anda hospitalizado algum tempo, vai de mal a pior. Os dirigentes que ficaram estão perdidos, pois, uma ala quer ficar com o técnico interino, Claudiney, e outras mudam de idéia. Com a saída do Neymar e Muricy, vai demorar para o ajuste do time peixeiro. Parece que o Santos perdeu a graça.
Fincado no futebol nesses muitos anos de vida, e tendo trabalhado com muitos dirigentes clubísticos como profissional, poderia elencar muitos deles. Cada um a sua maneira, sobretudo, alguns amáveis, outros solidários, mas na totalidade sem nenhum recurso no oficio de conhecer a prática do futebol. Pois bem. Agora, escalaria 3 personagens que nunca aceitaram ingerências em seus comandos. Um nos deixou, aquele que jamais será copiado, falo da figura carismática do ex-presidente do Coritiba, Evangelino Costa Neves. Histórias e títulos conquistados contaria aos montões com suas atitudes austeras. Conduzia o clube com mão forte e variavelmente tinha bons companheiros que o aceitavam na sua maneira de trato. Outro, sem sombra de dúvidas, Giovanni Gionédis, na base do pau e pau e pedra é pedra, quando pegou um Coritiba na condição de insolvência e revolucionou a administração do clube, mesmo que tenha vivido no clube com uma oposição bem sórdida.
Claro, que não poderia faltar o atual Presidente do Atlético, Mário Celso Petráglia, uma pessoa com atitudes duras e enérgicas, uma cabeça macro para chegar aos seus objetivos. Nada o tira de um caminho traçado, mesmo sabendo que contrariedades existam, sabendo que ser simpático a tudo e ser relevante. Mudar o conceito de administrar futebol no clube não tem sido uma tarefa fácil, mas, em contra partida serve de uma alavanca nos seus propósitos. Ingerência não tem sido obstáculo, pois, sabe que não o leva a lugar algum.
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
O dinheiro está acabando para técnico? Esperem para ver.
O pedido para sair do Cruz de Malta, feito pelo técnico Paulo Autuori, não
foi bem digerido pelos diretores vascaínos. Bastou uma conversa paralela com o
Tricolor do Morumbi, para que seu argumento mudasse de patamar, e afirmar que
tal situação administrativa da agremiação estava na rota das incertezas. É de
se perguntar ao Autuori se ele já não conhecia essa situação e porque aceitou?
Como gostaria de voltar a trabalhar no Brasil, estufou o peito e aceitou as
prerrogativas, inciando seu trabalho dizendo que iria fazer o melhor para
recuperar o clube. Lembro-me muito bem, pois, críticas fiz, pelo comportamento
de "majestade" ao se achar na condição de melhor do que todos os técnicos que
atuam no futebol brasileiro, ao afirmar que estavam ultrapassados na maneira de
trabalharem.Não cheirou bem. Agora, vendo que não tem condições de tirar o time
do buraco, vem dar uma de autoridade, em dizer que o clube não conseguiu se
arrumar.
Está aí um exemplo que passo todos os dias aos amigos. Não tem técnico mágico, aquele que tenta mostrar seus efeitos táticos para os ignorantes no assunto, sem o bom jogador lá no campo. O que atrapalha na verdade os clubes, é que ficam seus dirigentes a mercê de críticas da imprensa e de seus torcedores. Com isso saem correndo e pagam qualquer preço para um técnico de futebol. Na real não existe condição financeira no futebol brasileiro para que um clube venha pagar um profissional com valor altíssimo. O dirigente que o fizer estará prejudicando o histórico da agremiação. Quem é sério não pode comungar neste aspecto de jogar dinheiro fora.
O retrato dessa super valorização a técnicos de futebol é que passaram a ser álibis de dirigentes que trabalham mal em seus clubes. Bastou a situação ficar feia para que o negócio venha clarear nas bandas para trazer um "boi de piranha" e tentar resolver a situação. Portanto, os "caras" se veêm valorizados e tomam o dinheiro na mão grande. Desculpe, a iritação é grande. Mas como tudo tem um porém, vou por outro caminho, afinal, o dirigente que é vaidoso por natureza, vê seu lado de atuação e deixa o outro que venha pagar o "mico". Se tiver outra maneira, até gostaria que voces me ajudassem nesse questionamento. Qual viés tomar neste relato?
Como a dança de tecnicos continua, e virão outras mais, o Atlético Paranaense também está à busca de um profissional que venha se encaixar no propósito do clube. O diretor de futebol, Antonio Lopes, que jurou de pés juntos não querer mais trabalhar no campo, já andou conversando com alguns desempregados. Seriam eles, o Jorginho que deixou o Flamengo, Guto Ferreira a Ponte Preta, Dorival Junior que já está afastado alguns meses da profissão, dizem até que voltará ao Vascão porque tem númerários a receber, e porque não o Ney Franco e até o Luxemburgo, êste, claro, muito caro, pois, está cima das possibilidades financeiras. Então, qual deles seria o melhor dentro das circunstâncias?
O ex-técnico do Furacão, Ricardo Drubscki, vem, agora, comentar que os maus resultados o atrapalharam nessa sua demissão, afirmando que a maneira que vem jogando o futebol brasileiro em sua concepção está, técnicamente, bem atrasado. Bem, agora fica o questionamento se ele, Drubscki, quiz enfeitar o pavão ordenando sua equipe jogar, defensivamente, em linha, para achatar o adversário. Como sempre achei errado sua postura neste situação, sobretudo, os números de gols tomados que não deixam nenhum questionamento, se esse não foi o erro conclusivo para sua demissão.
Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.
Está aí um exemplo que passo todos os dias aos amigos. Não tem técnico mágico, aquele que tenta mostrar seus efeitos táticos para os ignorantes no assunto, sem o bom jogador lá no campo. O que atrapalha na verdade os clubes, é que ficam seus dirigentes a mercê de críticas da imprensa e de seus torcedores. Com isso saem correndo e pagam qualquer preço para um técnico de futebol. Na real não existe condição financeira no futebol brasileiro para que um clube venha pagar um profissional com valor altíssimo. O dirigente que o fizer estará prejudicando o histórico da agremiação. Quem é sério não pode comungar neste aspecto de jogar dinheiro fora.
O retrato dessa super valorização a técnicos de futebol é que passaram a ser álibis de dirigentes que trabalham mal em seus clubes. Bastou a situação ficar feia para que o negócio venha clarear nas bandas para trazer um "boi de piranha" e tentar resolver a situação. Portanto, os "caras" se veêm valorizados e tomam o dinheiro na mão grande. Desculpe, a iritação é grande. Mas como tudo tem um porém, vou por outro caminho, afinal, o dirigente que é vaidoso por natureza, vê seu lado de atuação e deixa o outro que venha pagar o "mico". Se tiver outra maneira, até gostaria que voces me ajudassem nesse questionamento. Qual viés tomar neste relato?
Como a dança de tecnicos continua, e virão outras mais, o Atlético Paranaense também está à busca de um profissional que venha se encaixar no propósito do clube. O diretor de futebol, Antonio Lopes, que jurou de pés juntos não querer mais trabalhar no campo, já andou conversando com alguns desempregados. Seriam eles, o Jorginho que deixou o Flamengo, Guto Ferreira a Ponte Preta, Dorival Junior que já está afastado alguns meses da profissão, dizem até que voltará ao Vascão porque tem númerários a receber, e porque não o Ney Franco e até o Luxemburgo, êste, claro, muito caro, pois, está cima das possibilidades financeiras. Então, qual deles seria o melhor dentro das circunstâncias?
O ex-técnico do Furacão, Ricardo Drubscki, vem, agora, comentar que os maus resultados o atrapalharam nessa sua demissão, afirmando que a maneira que vem jogando o futebol brasileiro em sua concepção está, técnicamente, bem atrasado. Bem, agora fica o questionamento se ele, Drubscki, quiz enfeitar o pavão ordenando sua equipe jogar, defensivamente, em linha, para achatar o adversário. Como sempre achei errado sua postura neste situação, sobretudo, os números de gols tomados que não deixam nenhum questionamento, se esse não foi o erro conclusivo para sua demissão.
Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.
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