sábado, 15 de novembro de 2008

Seleção Brasileira de Futebol em desalento.

Para respirar um pouco de uma semana bastante agitada, com o amplo noticiário sobre questiúnculas domésticas, falar da Seleção Brasileira de Futebol também é importante, na proporção estabelecida por suas dificuldades e inoperância nos erros sucessivos de um comando que já algum tempo se fortalece por negócios e muito mais preocupado com a trajetória de uma Copa do Mundo que será realizada em nosso país no ano 2014. Envolvimento político em todas as esferas, conduzem o mandatário-mor, Sr. Ricardo Teixeira, num plano superior a ponto de deixar de lado esta apatia que todos enxergam e que vem prejudicando o gostar do torcedor brasileiro com o atual time brasileiro, sobre os olhares de um técnico, Dunga, que ainda não conseguiu a simpatia necessária a lhe dar uma tranquilidade futura. A verdade é que a equipe canarinha do Brasil vem se arrastando tecnicamente já algum tempo, e será necessário algo mais para passar inclusive por esta Eliminatórias da Copa. Como todos sabem, dificilmente a equipe brasileira estará fora de uma competição como Mundial de Futebol, pois, seria um pesadelo, mas honestamente visando um pouco mais a frente, faremos fiasco com este andar de despreocupação. Há dias atrás no Bem Amigos da Sportv, com a presença do técnico são paulino Muricy, os profissionais que compõem este bom programa esportivo colocaram de público o conhecimento que após este amistoso da Seleção que acontecerá em Gama, cidade satélite de Brasília, no próximo dia 19 contra a equipe portuguesa, poderá ser a última partida do técnico Dunga a frente da Seleção Brasileira. Por estas e outras é que encaro que tal situação de momento não é tão favorável e qualquer que seja a distração poderemos ser meros coadjuvantes no Mundial da África em 2010. Tentando exercer um pitonisa, deixo para vocês escalarem o técnico de preferência, mais fixo em dois nomes: Luxemburgo ou Muricy. Podem apostar, pois, o cargo estará aberto com toda a certeza.
Certo ou errado?

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Cadê os profetas.

Na coluna do dia 31 de outubro, minha manchete foi "Ninguém pode viver de mentiras", quando me posicionei contra as coisas erradas dentro do Coritiba F.C., e principalmente, a "ingenuidade", de alguns diretores deixando o barco andar à deriva, sem prestações de contas da comissão técnica depois da goleada sofrida em pleno Maracanã por 5x0, palco onde o clube teve grandes triunfos. Mas, a partir do fraco rendimento da equipe na cidade de Ipatinga, perdendo para o lanterna por 2x0, o que está como diretor de futebol, Homero Halilla, ainda nos vestiários, chamou atenção de todos que a partir daquele momento só jogaria quem estivesse satisfeito e qualquer um poderia pedir para ir embora, no que foi prontamente criticado pelo ainda técnico Dorival Júnior, que aquela não era a melhor postura de um diretor. Só mesmo com dirigentes amadores como tem hoje o clube, para aceitar tal provocação de um profissional. Daí para frente, desandou a maionese, onde esse professor pardal se dirigiu a mim e ao companheiro Durval Monteiro, com críticas e nos chamando de levianos. Pois bem, a partir deste instante nos vestiários do Couto Pereira, fiquei mais antenado neste rapaz, que fatalmente mostraria sua cara, pois, estava acostumado a jogar culpa nos outros. Não deu outra, foi se perdendo, a ponto de criticar Marlos, Keirrison, e sacar de forma odienta na última partida contra o Náutico, o jogador Carlinhos Paraíba, jogando este atleta às feras. Quando da festa de aniversário, no Restaurante Madalosso, mês passado, disse que faria tudo para chegar a Libertadores, claro difícil, depois de tantas mexidas que fez na equipe, pois, jamais chegaria a tanto, começou a discursar que estava muito bom um time que depois de disputar uma série B, conseguir tal feito, olhando para a Sul-Americana como prêmio de consolação. Como no futebol tudo se sabe, ainda mais com este mundo globalizado de internautas por todo lado, dias atrás, fiquei sabendo por um companheiro de crônica de São Paulo, que o empresário do Dorival Júnior estava lhe oferecendo para muitos lugares, inclusive no futebol do Qatar e que havia um contato de um diretor do clube com técnico que hoje trabalha no Santo André, Sérgio Soares. Foi quando dei a notícia pela Rádio Difusora Am-590 no programa A Hora do Capitão, que dificilmente este técnico ficaria no clube, ainda mais, depois de tantas lambanças e mentiras, como na reunião de segunda feira, quando a diretoria pactuada já sabia de suas intenções, dizendo que até quarta feira resolveria o assunto. Como naquele dia, havia uma solenidade de Centenário no clube, a notícia só chegou ontem, pegando alguns de maneira "surpreendente", antecipando, inclusive, um acordo que não ficaria mais e que sairia no final do ano. Como derrotas tem consequências desastrosas, sentindo na pele que o jogo de domingo, contra o Grêmio será uma carne de pescoço, tratou de informar a imprensa, com aquela conversa mole de sempre, antecipando a própria diretoria que a partir de agora ficará com o mico na resolução de continudade do mesmo até o final da temporada ou esperar pela represália nos jogos contra o Vasco e Santos, com a torcida apupando o técnico de começo ao fim. Só espero que o Coritiba F.C., que pintou com condições de chegar a uma situação melhor na tábua de classificação não tenha um fim melancólico nas partidas que restam neste campeonato Brasileiro/2008. Quanta baboseira para nada.
Certo ou errado?

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Tempos diferentes.

Só vai lembrar quem viveu os anos dourados do Coritiba F.C., que foi naturalmente os de 70, quando se verificou a maior quantidade de títulos conquistados na sua história. Após as conquistas do Tri-Campeonato Paranaense, Fita Azul, Torneio do Povo e grandes participações nos Brasileiros, convivi um momento muito difícil no clube, notando o presidente Evangelino preocupado tremendamente com o aspecto financeiro, não podendo ficar com jogadores excepcionais para a temporada de 1974, como Oberdan, Orlando Lelé (que Deus o tenha), Braúlio, Leocádio e outros bons atletas, e com isso tendo que reformular o elenco, utilizando-se de alguns garotos da base no preenchimento para treinamentos, tendo dificuldades com técnicos de futebol, onde em pouco tempo sairam Lanzoninho e Yustrich, que não se adaptaram com resultados favoráveis, pois, a equipe perdia na época muito da sua qualidade individual, tendo inclusive, aceito uma proposta de apoio ao clube para dirigir a equipe neste período de vacas magras até que estabelece-se uma melhor ordem financeira. Terminado o Campeonato Brasileiro, disputado neste ano de 74 no 1º semestre, ficava a dúvida de se ganhar o Tetra-Campeonato, mostrando a necessidade de completar a equipe com melhores jogadores. Reunido com o Evangelino, Damiani, Hélio Alves e demais dirigentes, recordo que a pedido do "Chinês", a escolha de um técnico seria necessário após 5 meses, quando tive o prazer de colaborar nesta penosa profissão, indicar alguém experiente e que entendesse tal estágio. Entre alguns, escolhido por mim, veio Armando Renganeski, no qual já havia trabalhado comigo quando do título de acesso em Piracicaba em 1967. Antes de assinar o contrato, Renga, pela grande amizade constituída em outro momento de nossas carreiras, foi a minha residência, e ficamos por longo tempo falando o momento do clube e a equipe alviverde para a temporada estadual. Como vinha da condição de técnico, gostaria de ser seu auxiliar, qual não foi a surpresa de que precisava de mim no campo, onde não jogava há mais de 5 meses, se não iria embora. Lá fui treinar exaustivamente, pois, entendia que ele estava certo e, pela necessidade, deixei de lado pendurar a chuteira e fui para a luta. E que luta. Outra boa pessoa de convivência, o diretor de futebol Estevão Damiani, que conhecia o amplo mercado de jogadores e "pão duro" no trato do dinheiro, foi também importante quando trouxe excelentes atletas como Plein, Zé Maria, Oliveira, Nelson Lopes e Antoninho (autor do gol do título contra o Pinheiros). Só de lembrança este campeonato teve 3 turnos e o Coritiba F.C., ganhou todos os turnos, numa campanha memorável. Era simplesmente o quarto título seguido. Saindo do campo, a galera em massa foi a Sede e Salão de Festas comemorar com os jogadores e comissão técnica. Em determinado momento, sentado ao lado do Evangelino e Renganeski, fiz a seguinte pergunta ao Chinês, o porque de não se criar um clube social, e ter melhores condições financeiras. Resposta curta: "Capitão , não posso perder tempo em azulejar piscinas, pois, o dia que perder um título, os meus inimigos vão me tirar daqui." Coisas do tempo. Agora querem até derrubar o Estádio Couto Pereira, onde os atuais dirigentes nem sabem da história deste clube.
Quem não conta dinheiro, conta história.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Estabelecer metas progressivas.

Jogando no limite de suas forças, o Paraná Clube conseguiu nos extertores, boa vitória contra o Gama ontem em Brasília por 2x1, dando uma oportunidade de ter mais 2 pontos em 3 partidas, sendo duas em casa, para fugir deste grande abacaxi, refletido por grandes problemas havidos em suas gestões passadas. Como todo complicador estoura na equipe no gramado, e é lá que se concentra o espírito de combatividade, foi determinante estes 3 pontos na cidade satélite, dando mostras que futuramente saberá como fugir deste estágio negativo por onde entrou nesses últimos meses. De forma comparativa está o Atlético, que vem lutando com a diversidade já algum tempo, com chances de recuperação de permanência na 1ª divisão. Não querendo expor os fracassos, o mais lógico agora é esperar que as diretorias do Tricolor e Furacão, saibam de forma pedagógica, estabelecerem os prós e contras nesta ano conturbado e possam sair ilesos da possibilidade da perda de seus espaços e estabelecerem futuro próximo em seus objetivos com mais rigor e seriedade. O ditado diz "depois da tempestada vem a bonança". A previsão é que seja destinado um pacote de idéias para fugir de uma crise maior e equilibrar fundo financeiro com mais urgência possível, buscando um acordo com seus conselheiros na necessidade de uma proposta vigorosa ao lado de todos seus simpatizantes. Se destinarem propósitos positivos, sem conturbações políticas, será possível uma recuperação mesmo que para alguns de forma lenta, mais progressiva, o respiro importante para futuras gestões.
Certo ou errado?

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Dúvidas e mais dúvidas.

A não ser nos bastidores atleticanos deva estar sendo comentado a respeito das eleições para o dia 8 de Dezembro, por que fora o comentário é se o time do Furacão reunirá forças para sair do problema estabelecido ao longo dos últimos anos, com a mesma administração, no qual foi se perdendo e com data vencida. Será que vai dar? E a resposta só nos próximos jogos. Com isso o assunto eleições vai ficando no compasso de espera, até porque o Atlético necessitará de uma reorganização política interna, acreditando que deva ter nos bastidores alguém com interesse para tanto ao cargo máximo. Será que Mario Celso Petráglia sairá de cena? E o Fleury? Ao menos por enquanto há uma indefinição da parte de ambos, esperando, penso assim, que apareça um personagem nesse histórico a um bate chapa tão esperado pelos aficionados. Na verdade não é tão fácil como muitos podem apregoar, com a tal mudança no estatuto social, pois, agora são necessários no mínimo 150 sócios com mais de um ano de associação para entrar na parada. Teve o Atlético, segunda feira passada, os recém-empossados que poderão se juntar a conselheiros mais antigos e providenciarem uma chapa e ir para a disputa, com quem ou contra ninguém. Conhecendo a capacidade de poder e com bagagem de 13 anos, fica difícil entrar no blefe neste jogo de truco, e entender o que se passa na cabeça do Petraglia. De repente, apareceu no clube, dias atrás, um dos bons personagens de 1995, Ennio Fornéa, dizendo que dará apoio a construção da parte que falta na edificação do santuário atleticano, onde a especulação que poderá ser o homem a comandar o clube futuramente, mas, com o porém de que o mandatário maior, continuaria no comando administrativo. Digno de um jogo de xadrez, qual idéia será praticada e como ficariam os pares da diretoria passada, como Marcos Coelho, Adur e outros, neste processo sucessório. É aguardar, pois, agora o melhor mesmo é o time em campo reagir a adversidade indiscutível.
Certo ou errado?

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Desviar atenção.

Não se trata de má vontade com os atuais dirigentes do Coritiba F.C., e sim antecipar as coisas para os que estão iniciando um estágio dentro de uma administração esportiva. Tratar assuntos de empresas próprias é uma situação, agora, invadir um campo desconhecido é totalmente diferente do que se possa pensar em procedimentos que envolvem simpatizantes e torcedores, no que se julgam donos somente com suas participações ou como sócios. Algumas impressões que deixam a marca de um trabalho que estará encerrado em alguns dias, como primeiro ano de atividade, devem ser analisados com critério, disciplina e coerência, para que outros fatores não venham alterar o produto, que na verdade é o time em campo. Notamos semana passada, eufória quanto a um projeto de modernismo no espaço valorizado e vitorioso deste clube que se tornará centenário no próximo ano. Convenhamos que esta obra poderá dar frutos importantes, pois, alguma coisa me diz que o futuro das equipes profissionais esportivas, deverá ter exigências de patrimônio, claro, contando com a sabedoria de momento para que não haja precipitações num mundo financeiro instável. Com a queda de rendimento da equipe em campo e, vivendo este grupo de jogadores um desalento que começa com o técnico de futebol, a impressão que passa atual diretoria é querer desviar a atenção na obtenção de simpatia com festas programadas, sem olhar a profundidade de ter que iniciar um trabalho operoso para 2009, em se tratando de desmanchar um elenco de regular para fraco para a disputa de uma Série A, contratar jogadores, pois, só encontrará atletas em casa por um trabalho anterior realizado, buscar recursos e esperar pela próxima negociação que será do Pedro Ken. Quanto a torcida, ontem no Couto Pereira num 0x0 arrrastado contra o Náutico, deu a nota ao vaiar este final de trecho que poderia até certo ponto ser melhor, não fosse o desconforto de um comando técnico em não saber tratar seus atletas, na complacência do diretor e coordenador esportivo.
Certo ou errado?

domingo, 9 de novembro de 2008

Exemplo da escola gaúcha.

O Estado do Rio Grande do Sul é o que mais tem se revelado na aparição de técnicos de futebol em todos esses tempos. . É só lembramos de Brandão, Pirillo, Ennio Andrade, Otacílio Gonçalves, Daltro Menezes, Celson Roth, Tite, Carpegiani, Felipão e mais recentemente, Mano Menezes. Diria isso na consequência de cultura que tem o povo sulista, onde primeiro estabelece as próprias vantagens, recolhendo a safra para seu lado e, depois com total convencimento, larga para o mundo esportivo. Conhecendo a maneira usual que tem a imprensa gaúcha, que acompanha em todos os sentidos, seus filhos campeões, diferenciado por seus gostos e um folclore que seguem a risca, é comum a forma de evidenciarem e exaltarem seus compatriotas. Se olharem atentamente, os técnicos acima mencionados, são todos campeões, cada um com sua capacidade, mas sempre determinados por uma escola rígida de conceito, principalmente, nas competições que participam. A partir de 1975, quando do título nacional do Internacional, o futebol dos pampas não parou mais de crescer em suas ambições, melhorando suas administrações, concluindo dois estádios excelentes como o gigante da Beira Rio e o Olímpico, chegando as duas equipes aos títulos mundiais de clubes.
Certo ou errado?