sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Rasteira no Joel Malucelli.

Justamente o Coritiba F.C., por essa o Joel Malucelli não esperava, abandonou o projeto de estar ao lado dos outros clubes, a FUTPAR, dando mão forte ao Presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Cury, entendendo e acreditando na recuperação da entidade, pelo menos foi essa a explicação do atual Presidente do Verdão , Sr. Jair Cirino. Claro, que esse papo furado tem dimensões maiores politicamente dizendo, até pela "tentativa" de construção do moderno Estádio Couto Pereira, em relação a possibilidade dos jogos do mundial de 2014, já que a distância existe, entendendo ser melhor dar guarida a Federação e não ter por perto o Atlético, que estará mudando seu encaminhamento de comando no dia 8 de dezembro/2008. Na minha modesta opinião, o Cirino encontrou um meio de espanar o rubro negro mas, deve ter no caminho, problemas com os outros clubes, quando necessitar. A FUTPAR foi constituída com o intuito de arregimentar mais verbas publicitárias, sendo no âmbito esportivo, cada um por si e Deus por todos, a verdade é que a saída do Verdão do processo fragiliza o conteúdo deixando à deriva este movimento que mais seria para criar uma ingerência ao comando do Hélio Cury, presidente da Federação de Futebol. Como Cury terá mais de 3 anos a direção, e supostamente mais à frente outros tantos e, contando com a força da CBF até o marco da realização que será a Copa do Mundo em nosso país, a jogada do Coritiba poderá ter sido certeira, importando mais ter a entidade do lado, deixando para o Joel Malucelli, da FUTPAR, um outro encaminhamento, fato este que deve ter lhe aborrecido, ainda mais que deu seu voto de conselheiro ao Cirino, quando das eleições do Coritiba F.C. Como a mim nada surpreende, o Joel que colaborou com o clube em 1995, deveria conhecer mais os atuais dirigentes do Coxa, pois, consideração passa longe deste "grupo".
Certo ou errado?

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Postergada a queda do Dunga.

Depois do resultado frente a equipe de Portugal, após um longo e tenebroso inverno, o time brasileiro ganhando de goleada ontem em Gama por 6x2, abre uma sobrevida ao técnico Dunga. O que fazer? Aí são outros quinhentos, frase popular que atinge o momento da Seleção Brasileira, dificultando a informação dado por alguns sobre a saída do técnico. Como disse Dunga após o jogo, a pressão continuará, pois, sabe que a contrariedade é enorme com a grande parte da imprensa e dirigentes esportivos. O que se tem visto é a intransigência do Ricardo Teixeira, em não admitir a troca neste momento, argumentando que os números falam pelo técnico, ainda mais, claro, que com este resultado frente ao time português, haverá um retrocesso nesta campanha contra , deixando muito gente de plantão esperando por um outro tropeço. Como desde o começo do trabalho a unanimidade não existiu, Dunga foi tocando o barco acreditando nos dirigentes da CBF, que sempre lhe deram forças na sequência do seu trabalho e, com isso vai tagarelando enquanto possa, mostrando contrariedade contra tudo e contra todos. Como a emissora mais forte do pais, andou apressando a informação na queda eminente do técnico brasileiro, inteligentemente, ele esperou pelos atletas em campo darem a resposta devida, colocando nas preleções que a perseguição tem sido grande é que continuava dando crédito as suas "feras". Devo também imaginar que, por ter vivido 12 anos como jogador dentro da Seleção, Dunga tenha falado com o elenco que nessa pressão não só estaria seu nome a prêmio como de alguns deles, pois, vindo um outro técnico, metade dos convocados iria para casa. Com uma boa partida jogada e vencendo com muitos gols, ficamos para ano de 2009, com a sequência de amistosos, Eliminatórias da Copa como também a Copa das Confederações.
Certo ou errado?

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O craque do clube é o orçamento.

Tenho lido em noticiários que dirigentes das equipes da capital, para "fugirem" de um ano desastroso, começam a fugir pela tangente admitindo que seja hora de reflexões e de se prepararem para montagem de um estudo visando um futuro melhor. Iniciaria colocando dúvida em qualquer processo, desde que o clube não coloque como primeiro plano o lado orçamentário, pois sem este denominador comum, qualquer idéia ou estágio embrionário tem necessariamente que passar de forma rigorosa pelo lado financeiro, se não a vaca vai para o brejo com bezerro e tudo. Claro que os reclamos vem de todas as parte, exigindo isso e aquilo, mas devem ser honestos os dirigentes em fornecerem respostas concretas e sérias, não iludindo nenhum torcedor, principalmente, do que possa ser estabelecido à frente. Não é vergonha se mostrar incompentente, desde que seja correto, sem precipitações num mercado ruim de doer. Está na hora de todos simplificarem o conteúdo vivendo nesta escuridão de idéias e propostas sem fundamentos. Como gosto de argumentar com antecedência, como pisar no chão com firmeza não faz ninguém cair com facilidade, espero que depois desta fase obscura não se tenha mais consequências desagradáveis, esportivamente dizendo, em uma cidade que chegou a ter os três clubes na 1ª divisão e que agora lutam desesperadamente, vivendo nos extertores as chances de permanência de onde vieram, podendo perder mais vagas no futebol maior do Brasil. Portanto, calma senhores dirigentes, paguem primeiro os salários e um 13º que se avizinha aos seus atletas e funcionários, terminem o ano com menor prejuízo possível, e comecem a pensar em alternativas para elaboração de um planejamento mais consistente, e não ter receio de oferecer menos a profissionais da hora. Pagar o que não pode com toda certeza vai atingir o processo financeiro em larga escala.
Certo ou errado?

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Programa de entrevistas na CWB.

Será Nelson Fanaya?

Correndo sempre atrás de patrocínio, com um projeto maravilhoso, pois, se tratava da despedida do Rei Pelé com a camisa do Cosmos, em New Jersey em Outubro de 1977, cheguei a direção da Caderneta de Poupança Apepar, Grupo do então Banco Bamerindus, em um dos edifícios na Marechal Deodoro, para falar com uma pessoa importante de nome, Dr.Nelson Fanaya. Me apresentei a sua secretária e fiquei aguardando, claro ansioso, pelo atendimento do Presidente desta instituição, com a idéia de conseguir uma cota de participação para tal cobertura que seria, como foi, uma das maiores transmissões esportivas. A porta estava aberta e ouvi do então Fanaya, que não conhecia, o seguinte pronunciamento: Quem? Capitão Hidalgo? Manda sentar que vou demorar para atendê-lo. No que disse sua secretária: Por que? Ele me fez sofrer muito, agora, e minha vez, quer falar comigo vai esperar. Claro que fez por brincadeira, pois, veio em seguida e me deu um grande abraço, mostrando ser naquele momento um grande entusiasta pelo futebol e atleticano roxo que passei admirá-lo. Na volta desta transmissão, trouxe de presente uma camisa do time americano com assinatura do Pelé, que deve estar com seu filho, Nelsinho, até os dias de hoje (espero). Falo deste episódio, como lembrança, devido a notícia que tive da sua candidatura para a presidência do Atlético, mais uma vez no intuito de colaboração com sua paixão clubística. Em uma das oportunidades, isso foi em 1999, na cidade de Belo Horizonte, após resultado contra o Cruzeiro, dando ao rubro negro o título da Seletiva e classificação para a primeira aparição em Libertadores de América, chorava copiosamente e segurando a taça com tanto entusiasmo, e agora de forma inversa, vindo em minha direção, agradecer por estar nesta transmissão de apoio ao Furacão. Neste dia estavam ao meu lado pela Rádio Cidade Am-670 de Curitiba, em transmissão exclusiva, os companheiros Luís Augusto Xavier e Cristian Toledo. Por conhecer sua história quem vai ganhar é o Atlético.
Quem não conta dinheiro, conta história.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Só adrenalina.

A "dúvida" gerada pela imprensa dada pelo presidente do Náutico e seu treinador Roberto Fernandes, quanto a fragilidade do time baiano para esta partida, colocou lenha na fogueira no jogo de ontem, quando vimos um time como o Vitória, correndo uma barbaridade para provar consciência tranquila dentro do que rege o desporto. Precisou o Atlético fazer até o impossível, já que tecnicamente está difícil, com argumentos fortes de vestiários onde o técnico Geninho coloca a prova todo seu cabedal de paciência e conhecimento, equilibrando esta árdua missão de permanência do time atleticano na 1ª divisão. Dramaticidade é a palavra justa para quem viu e sentiu o jogo da noite passada. Para viver esta emoção ou se está na luta pelo título ou Libertadores, como também, fugir da Zona do Rebaixamento. O exemplo está aí, com o Coritiba, Internacional, Vitória e Sport, participando dessas rodadas cumprindo tabela sem conviver com nenhum tipo de emoção se dando por satisfeitos pela campanha. No sábado a mesma coisa aconteceu com o Paraná Clube, lutando até conseguir chegar ao gol no final da partida, dando aos seus dirigentes e torcedores um alívio de fugir do rebaixamento que levaria o time da vila à 3ª divisão. Momentos como estes não devem ser repetidos em outras campanhas, pois, não vejo nada significativo aos aficionados este terrível sofrimento de só lutar por permanência e nunca disputar coisa alguma. Se o futebol brasileiro está assim é porque também não existe bons dirigentes.
Certo ou errado?

domingo, 16 de novembro de 2008

Em cima ou embaixo perder é o pior.

O desespero vai tomando conta nos dois lados da competição, aos que buscam o título e uma das vagas à Libertadores de América ou não cair para a 2ª divisão. Imagino neste instante torcedores do Cruzeiro, uma equipe que vinha bem equilibrada no certame e quando necessitava ganhar para provar conteúdo, caiu de forma bisonha perdendo por 5x2 em Recife, para uma time que vem respirando profundo para não cair, o Náutico, porque foi de lá que veio, na divisão menor do futebol brasileiro. Outro partida eletrizante foi o Fluminense virar o placar contra a Portuguesa no Maracanã em 3x1, com as duas equipes lutando para não cair, mas enfrentando uma barra terrível contra a Zona do Rebaixamento. Hoje teremos mais emoções nos mesmos moldes, ou seja, um São Paulo que vem subindo a serra com muito gás contra um Figueirense com dias contados, Flamengo no suspiro sem poder perder para o Palmeiras, que nesse momento se contenta com a Libertadores, um Grêmio com todas as vantagens, inclusive a motivacional, contra uma equipe desmotivada já algum tempo, como o Coritiba, que jogou a toalha antecipadamente, o que dizer do jogo na Arena em que o Atlético não pode nem pensar em perder, pois, será terá uma chance final de permanência, jogando contra um Vitória desmontado em todos os sentidos. E o Vasco da Gama com situação crítica que vive. Como não se questiona mais a maneira técnica de aproveitamento deste ou daquele time, pois, a qualidade inferior mostra isso já algum tempo, ficamos no tudo pode acontecer. Na verdade como o futebol brasileiro passa por uma transformação na base da transpiração, e não da inspiração, ficaremos na emoção dos 90 minutos de cada partida, com a agravante que nenhuma equipe perdedora deve deixar de abocanhar uma condição financeira melhor, pois, estando em jogo classificações tanto para cima como para baixo, o lado financeiro estará totalmente prejudicado.
Certo ou errado?