sábado, 28 de fevereiro de 2009

Mais uma prata da casa que se vai.

E lá se vai mais um garoto forjado no clube. Tratá-se de Rodrigo Mancha que assinou um pré-contrato com o Santos F.C. Dentro de mais alguns dias será a vez de Marlus que negociou sua parte com o empresário Juan Figger e não quer ficar mais no clube. E assim caminha a humanidade sem que ninguém se interesse em saber o porque de tantas saídas de atletas criados na base do Coritiba F.C. Que a diretoria atual é passiva isto não há a menor dúvida, depois de perderem os garotos de ouro como Henrique e Keirrison por preço de banana, tudo pode acontecer. Posso assegurá-los que a base feita pela diretoria passada ao realizar um trabalho operoso que descobriu talentos foi por uma série de fatores ajustados pela dinâmica e exigência aos profissionais da área. Quando um clube começa entrar no mercado de compra e venda, o trabalho de conquistar novos talentos vai pro brejo assim como na demora de recuperação futura. De forma inversa, hoje o Atlético, depois de muitos anos vivendo na tentativa de descobrir novamente um Kleberson, Jadson, Fernandinho, Dagoberto, só como exemplos, sente que é chegado o momento de aproveitar e bem o CT de grandes recursos. Portanto não é só definir estratégias e partir com um norte cheio de perspectivas se os exemplos são negativos. Voltando ao Coritiba F.C., este clube tem sido ao longo do tempo o que melhor se ajustou com a seriedade das categorias da base acompanhando os preceitos exigidos pela Lei Pelé. Bem, isso foi no passado com a ex-diretoria que em 6 anos de comando revelou extraordinários atletas para o mundo. O leque é grande e que está terminando com Mancha e Marlus, infelizmente. Agora e aguardar pelas saídas do Pedro Ken, Felipe e Renatinho, descobertos também em outra gestão diretiva. Deixo para os atuais entendidos do Verdão que quando saírem qual será a repercussão dos seus trabalhos. Até agora não compraram terreno para o Hotel, não aumentaram o CT , não fizeram nenhum atleta na base, o Terceiro Anel ficou para trás, aumentaram o passivo tendo que saldar contas nos bancos mas, continuam dando festas. Só que também têm custo, não é. A verdade é que tem gente procurando pelo Presidente Cirino, ausente até em fotos nos jornais.
Certo ou errado?

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Academia VO2 no Triathon Caiobá.

Os alunos da VO2 participaram do Triathon Sesc-Caiobá/2009. Mauro Cavanha (na foto), carinhosamente chamado Maurinho foi um dos destaques, assim como Marcus Manzano, Luciano Gumiero, Beto Madalosso e Rodrigo Foltran. A Academia VO2 está sempre presente com seus alunos com prestigiamento nas atividades externas.
A VO2 com o intuito de proporcionar mais uma atividade na melhoria da qualidade de vida e bem estar de nossos alunos, inclui a modalidade, corrida e caminhada, com a finalidade de participação oficial em corridas da cidade de Curitiba. Esta equipe contará com técnico especializado em corrida, com ampla experiência; uniforme e treinos padronizados, por meio de planilhas eletrônicas; treinos indoor e ao ar livre, no parque Barigui e ruas próximas da Academia; Yoga 01 vez por mês; responsabilidade nas inscrições das corridas; participação em pelo menos 12 corridas anuais, com estrutura da Academia, como barraca, água, massagem e equipe de apoio.
Os benefícios da corrida começam a se manifestar no corredor com uma maior disposição para as suas atividades profissionais, aumento da auto-estima e da autoconfiança, o que leva o indivíduo a ter maior resistência e passar a administrar sua vida a contento mesmo sob forte pressão ou num clima desfavorável, o raciocínio começa a ter melhores de condições quantitativamente e qualitativamente, pois, o cérebro melhor oxigenado funciona com mais eficiência, isso demonstra um bem estar psicológico.

Maiores informações:
Academia VO2 - Rua Jacarezinho 45, Mercês - Curitiba - Pr Fone: (41) 3339-7554
http://www.vo2sports.com.br/ e-mail: vo2@vo2sports.com.br

Projeto do Rivaldo.

Quem quiser compreensão no futebol, nem entre, porque não existe por mais que o personagem tenha feito tanto pelo clube. Se colocarem um dia o Pelé para treinar o Santos F.C., com os primeiros resultados ruíns, vai aparecer torcedor que dirá que o "crioulo" não sabe nada da matéria. E assim vamos nós driblando as incoerências que são registrados no dia a dia do cenário futebolístico. Com esta falta de sintonia com a própria geração que exige resultados, os "coitados" dos técnicos vão entrando e saindo dos clubes sem poder imaginar fazer um trabalho a médio e longo prazo com as incertezas que giram no trabalho espinhoso, principalmente, pela falta de melhor qualidade. Se os senhores fizerem uma pesquisa dos idos de 50, 60 ou 70, quem mais ficava nas agremiações eram os técnicos. Para citar exemplos, Feola no São Paulo, Lula no Santos, Zezé Moreira no Fluminense e Cruzeiro, e mais a frente Telé Santana no Tricolor do Morumbi. O comentário que escolho para hoje é a crítica que faz o jogador Campeão do Mundo/2002, Rivaldo, ainda correndo atrás da bola na Europa, com seu time de coração, o Mogi Mirim como de resto a imprensa e torcida local. Vindo desde garoto de Pernambuco, Rivaldo teve a chance de mostrar seu futebol, com apoio do dono da equipe, Sr.Wilson Barros, que dono de uma empresa de peças conceituadíssima em Mogi, oferecia condições excepcionais aos atletas quando foi idealizado pelo técnico Vadão, o famoso 3x5x2 chamado de Carrossel do Interior. Muito bem. Com a perda do Barros a cidade ficou orfão do futebol e a tristeza tomou conta do povo. Se apercebendo desta situação, Rivaldo tomou pé da situação e deu continuidade, arcando com todos os custos, pelo amor a cidade e suas lembranças de menino pobre. Só por isso deveria ter recebido o carinho da comunidade. Bastou os maus resultados, de forma cega a crítica foi estabelecida a ponto de comunicar a todos que devolve a qualquer um que queira tocar o projeto. Na verdade essa é só mais uma história de inúmeras se tivesse que contar. Como afirmei acima, consideração pelo que fez ou faz não é levado em conta com a convivência de uma geração que não cultiva o passado. Infelizmente.
Certo ou errado?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Noite de suplícios.

Quem continua patinando no Campeonato Paranaense é o Paraná Clube, outrora exemplo de administração, criado em mais uma fusão onde o patético Colorado entrou com suas imensas dívidas e o E.C. Pinheiros com sua força cativante de sócios, em uma fase que os clubes que detinham a parte social levavam suas vantagens. Esperava-se que com o Boca Negra na boa torcida desde os tempos de Ferroviário e a soberba administração do Pinheiros, as coisas viessem a clarear. Aconteceu de certa forma, na década de 90, quando instituído Paraná Clube nas conduções de brilhantes dirigentes, como Tissot, Darcy Piana, Ocimar Bolicenho, Ernani Buchmann. Foram anos de glórias, bem superiores aos decadentes Coritiba e Atlético vivendo aquele momento seus problemas financeiros com falta de objetivos. Se lembrarem bem, até 1995, quando as duas tradicionais equipes voltaram a 1ª divisão do futebol brasileiro, o Paraná Clube dava de braçadas em cima da dupla Atetiba. Tempos bons que não voltam mais. Com as mexidas nos clubes da capital, mudando suas concepções contando com empresários bem sucedidos apoiando as equipes de seus sentimentos, as coisas foram melhorando, chegando hoje a ponto de ver bem distante um clube que poderia estar em outro estágio ,e que bem ao contrário luta para não cair à uma 2ª divisão de uma campeonato estadual que ganhou por várias vezes. A batalha de soerguimento do Tricolor da Vila está distante, com toda sinceridade, e se já não bastasse brigas internas constantes, vem errando sistematicamente com contratações de técnicos e jogadores. Acho de boa reflexão os experientes homens do seu Conselho, colocarem as mãos na massa e dar um basta na ineficiência que se instalou dentro do clube. Se não ganhar do Cianorte logo mais a noite será mais um suplício de calvário.
Certo ou errado?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Tsunami na economia.

Qualquer que seja tomar uma decisão em alguma aventura sentimos a dificuldade que passamos ter no imenso estrago causado no dinheiro do mundo. Ainda, ontem, li uma matéria que muitos brasileiros estão voltando do Japão, pois, o desemprego chegou como um tsunami alagando qualquer pretensão de objetivos permanentes devido a catástrofe americana que parece não ter fim. Com tudo isso exposto em manchetes os empresários passaram a recuar mostrando tamanho pessimismo onde em outros tempos tiravam de letra, afinal, os brasileiros sempre foram fortes e otimistas sempre reagindo às mudanças constantes da moeda, ora cruzeiro, ou cruzeiro novo ou mesmo o atual real. Não se fala em outra coisa, o mundo está abalado e as circunstâncias estão precárias sendo que o desemprego tem sido constante. É claro que é uma pena que tenha acontecido, pois, entendia que o país acelerava de tal forma a estabilizar o contexto de compras e vendas no mercado internacional, dando a nós uma divisa extraordinária para as melhorias consideráveis em plano de ação do Governo Federal. Agora vem o momento da criatividade. Alguns mais, outros menos, a verdade que a onda é gigantesca e não existe alguém que acredite em possibilidades momentâneas de reerguimento no acerto das contas. O que mais se ouve falar é que o Governo dos Estados Unidos vai comprar as ações dos bancos americanos devedores, injetar dinheiro na economia e dominar os atos financeiros, com isso tentando devolver uma parte de atrativos consumistas. Portanto, ninguém tendo uma varinha mágica a não ser usar de teorias, vamos levando este momento no contraste de um povo alegre como o brasileiro, sempre buscando na prática alguma coisa aceitável. Nós que estamos no esporte, principalmente respirando o futebol, imaginem as dificuldades em todas as suas áreas, inclusive, no custo da comunicação diária. O negócio é remar uns mais outros menos.
Certo ou errado?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Necas de pitibiribas.

Coincidência ou não os clubes que permaneceram com seus técnicos desde a temporada passada estão indo bem com a idéia voltada na concepção de permanência, independentemente, dos resultados obtidos em campo. Vejam os casos de Muricy, Mano Menezes, Luxemburgo, Adílson Batista, Celso Roth, Tite, Nelsinho Batista e Geninho. Os demais vão se segurando na corda para não se tornarem desempregados convivendo com dirigentes desajustados emocionalmente. Cravo neste item, pois é inacreditável que uma comissão técnica que inicia seu trabalho de pré-temporada na aplicação técnica nos treinamentos, tendo ao lado a medicina moderna, e somado a isso a inclusão de vários atletas contratados para o ano de calendário forte, que em pouco tempo são alijados pelo destempero de pessoas do clube não preparadas para o setor. Uma coisa é ter convicção de ficar com o profissional e outra é deixá-lo trabalhar com seus pares com efeitos negativos para o clube na falta de concordância. Exemplificando o assunto, domingo na Arena, em conversa com o diretor de futebol Sr.Vilella, do Paraná Clube, perguntado sobre a hipótese de uma derrota, a respeito da permanência do Comelli na direção do clube, dizendo que independia do resultado, e que a direção ficaria com o profissional. Parece que no dia de hoje as coisas não estão exatamente como exprimiu, tendo agora o técnico que ganhar o próximo jogo contra o bom time do Cianorte. Se for embora, o tal do planejamento e contratações exigidos pelo técnico vão ladeira abaixo. E assim como muitos. Vai mal o futebol em seus bastidores e a tendência é piorar. Com a baixa financeira no mundo, ficando os bons jogadores nas equipes de melhores condições, na estabilidade geral administrativa, onde partirá o clube na busca de contratações com mercado restrito em âmbito geral. Cadê o processo de avaliação prematura de técnicos e jogadores? Parece até que estou repetitivo. Não, meus amigos, é a continuidade nas observações que faço antecipadamente. Como a preocupação é mais local, vamos passando os dias imaginado que na Copa do Brasil possamos ter a constatação das necessidades que já são prementes. Desculpe a sinceridade, a tendência dos times paranaenses é só participarem, título que é bom "necas de pitibiribas".
Certo ou errado?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Concepção de ocupação nos estádios.

Entendo que os tempos são outros, diferentemente, daqueles em que o povão ia aos estádios com alegria somente utilizando-se das gozações naturais dentro da rivalidade. Como cada um tem uma maneira de ver as circunstâncias de momento, claro, o assunto mexe com outras gerações de torcedores, lembramos bem que a partir do instante que passaram a diminuir a ocupação de espaço para o time visitante, a situação não foi mais contornada. O assunto passou para a polícia coibir os estragos dos baderneiros aproveitando-se da polêmica de não poder se posicionar no estádio. Volto ao passado, diriam alguns, cada tempo no seu tempo, concordo, mas exemplos que foram dados, principalmente, quando do maior clássico estadual o Atletiba, a cidade respirava o jogo com antecedência, indo quem quisesse para ver a partida, independentemente de quantos ingressos eram postados a venda. Lembro-me bem, que no antigo Belfort Duarte, havia inicialmente uma divisão de metade para cada torcida, separados por uma corda e quando uma chegava em maior número os policiais iam aumentando os espaços gradativamente. Não se tinha conhecimento de estragos na cidade com quebradeira de ônibus. Nesta semana o Ministro dos Esportes, Sr.Orlando Silva, pediu ao presidente LULA uma posição forte de exigir através de decreto que nos clássicos só com a presença da torcida do mandante. Ledo engano. A impressão que passa os dirigentes do futebol brasileiro é que está sobrando dinheiro no caixa, o que é mentira. Se não tivessem o patrocínio da TV Globo, gostaria de saber onde iriam buscar o lado financeiro para "tocarem" suas administrações. Como minha opinião é contrária de muitos, fixo a idéia do bom senso de abrirem os portões dos estádios para quem quisesse ver ao vivo o espetáculo. Seria mais democrático e com mais dinheiro no bolso. Se como muitos afirmam que meia dúzia atrapalha, então porque se perder tanto tempo. Vocês acham que a briga em São Paulo no último clássico foi dentro do Estádio? Não mesmo. Foram aqueles que não puderam entrar. De tudo isso vem agora uma manifestação do diretor do Tricolor do Morumbi, Dr.Marco Aurélio Cunha, de fazer uma troca durante a semana do Derby, contra o Palmeiras, chamar o clássico da Paz, envolvendo os dois mais carismáticos jogadores, Rogério Ceni e Marcos, treinando em seus clubes vizinhos dos Centros de Treinamentos na Barra Funda, bairro em São Paulo.
Certo ou errado?