terça-feira, 15 de abril de 2008

O ídolo Charlton Heston.

Uma das maneiras de expressar amizade é contar um ao outro as suas histórias, bem como viver algumas delas juntas. Afinal, o que é o ser humano sem uma história? Estamos vivendo uma correria , em busca não sei do que, mas a verdade é que ainda não temos a arte de parar. O que mais se aplica de momento, nesta globalização desenfreada é o pique diário. Como nem só de pão vive o homem, um pouco no recuo da vida, faz bem consigo mesmo. Tudo isso para dizer daquela infância, ao lado dos irmãos Nélson e Sérgio, sem ter o domínio do que estava reservado a nós, correndo atrás de balões, empinando papagaio, jogando bola no distrital do bairro e, aos domingos, correndo para o cinema com as "famosas" matinês. Seriados do Zorro, Flash Gordon, Roy Rogers e no intervalo , comendo pipoca. Enfim, todos que viveram esse tempo têm saudades. Era uma diversão familiar. Pois bem, surge como lançamento da época/1956 , o filme que mais me marcou: Os dez Mandamentos. Imaginem todo colorido, e com mais de 5 horas de duração, com a direção de Cecil B. de Mille, contando com os melhores atores, aprendemos a história de Moisés, na figura central de Charlton Heston. Até hoje não esqueço deste artista e, também de suas performances em Ben-Hur, El Cid, Agonia e Extase. Confesso ter visto seus filmes de forma repetitivas e a conclusão que tenho, é que foi o melhor. Aos 84 anos perdemos Charlton Heston , mas suas obras ficarão para sempre.
Quem não conta dinheiro conta história.

2 comentários:

Anônimo disse...

Não esquecendo que fez também o Taylor no planeta dos MACACOS !!

Albano

www.vozdocoxa.com

Anônimo disse...

ótima história! temos que parar um pouco e realmente curtir a vida.